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Isaías no Benfica!


Primeira Liga 2016/17



Messiglou!

por Admirador do Isaías, em 20.02.17

A paciente capacidade de sofrimento que esta equipa demonstrou esta semana, entre o Dortmund e o Braga revela um estofo que só os campeões demonstram ter.

 

Não fizemos um grande jogo, mas notou-se que os jogadores quiseram sim evitar o erro, até porque jogaram tacticamente em risco, normalmente em assumida inferioridade numérica no meio-campo central. Fizemos sim, um jogo de grande luta, de alma, de esforço para oferecer mais 3 pontos a todos os Benfiquistas que desejam o 36, o histórico Tetra, mesmo contra os hábitos imutáveis de "burros velhos".

Mitroglou foi Messi e inventou espaço entre três defesas do Braga, para meter a bola pela "cueca" de Marafona e dar a explosão de alegria que todo um país desejava e precisava. Este nosso Grego vale ouro! Ontem foi Messiglou!

 

Veja o golo de outro ângulo.


Quanto a tudo o que rodeou este jogo, há poucos aspectos sociais mais graves que a Polícia estar politizada e é isto que claramente acontece, principalmente a norte de Portugal (e não é só com os adeptos do Sport Lisboa e Benfica, contudo são os mais numerosos e mais visíveis pela notoriedade do clube). Só em sociedades destruídas é que é possível que criminosos organizados se passeiem e pavoneiem livremente. Portugal é já uma sociedade destruída, não se enganem, e o que se passa ao redor do futebol é somente sintoma disso.

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rematado às 11:41


Realmente Temos Pena, RTP

por Admirador do Isaías, em 15.02.17

Realmente Temos Pena, RTP, António Tadeia e companhia, Realmente Temos Pena.

 

Realmente Temos Pena que o Sport Lisboa e Benfica, maior clube Português e de dimensão mundial, tenha ganho.

 

Realmente Temos Pena que o Aubameyang tenha calçado as chuteiras ao contrário.

 

Realmente Temos Pena que o Mitroglou tenha sido desajeitado ao ponto de sacar um golo quase sem querer.

 

Realmente Temos Pena que o Ederson seja o melhor guarda redes a actuar num clube Português e que mais uma vez o tenha provado em campo.

 

Realmente Temos Pena, RTP, António Tadeia e companhia, de não ter sido possível vos oferecer o orgasmo que tanto procuraram o jogo todo, comentado injustamente, sempre em desfavor do clube Português com mais adeptos, aquele que vocês tanto odeiam.

 

Como tudo foi diferente no Euro, não foi? Aí, éramos todos Portugueses, não éramos?

 

E pensar que somos todos forçados a pagar esta imundice através das nossas contas da electricidade...

 

 

Notas sobre o jogo:

Adorei a primeira parte do Carrillo, sempre dentro do jogo, a pedir bola, com vontade, a tapar muito bem o seu espaço no flanco esquerdo mesmo quando a equipa não tinha tanta bola como costuma ter. Por mim, tinha ficado em campo quando entrou o Filipe Augusto (bom jogo que teve) e quem teria saído seria o Rafa.

 

Luisão quis de facto ter uma exibição que lhe permitisse celebrar a marca dos 500 jogos convenientemente e conseguiu. Tapou a sua falta de velocidade com posicionamento e espírito de comando. Foi fundamental no golo e o capitão sereno que precisámos ontem.

 

Ederson, Ederson... Oh Ederson... Tenho a impressão que até o Bento te fez uma vénia ontem, pá! Seguraste a equipa quando esta mais precisava. A serenidade deste rapaz a jogar a este nível é impressionante!

 

Lá será outro jogo, que teremos de batalhar epicamente para passar, mas por agora estamos em vantagem!

 

Força Benfica!

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rematado às 08:38


Os sinais da Águia

por Admirador do Isaías, em 13.02.17

Todas as épocas, mesmo as de grande sucesso, têm as suas tempestades. Ninguém imaginaria que nesta época seria no Algarve, numa fase final da Taça da Liga sem a presença de um rival directo, que surgiria uma sacudidela de tal ordem que permitira relançar a luta pelo título. No entanto, assim ocorreu.

 

Como escrevi anteriormente, o importante era a equipa levantar-se antes que acabasse a contagem. Dois jogos em casa de seguida providenciaram cenário ideal para tal recuperação. Com o Nacional, uma boa exibição e o regresso de Jonas a alto nível. 6a feira, com o Arouca, o regresso do futebol de alto nível que esta equipa tão bem sabe pôr em campo e a surpresa Carrillo - finalmente, Carrillo! Não só pelo golo, mas pela vontade que demonstrou, de defender, de participar, de se dar ao jogo. Talvez o bloqueio psicológico da mudança directa de rivais tenha passado. Assim se espera, pois ao seu nível é um reforço de peso para o que resta competir esta época.

 

São brilhantes, os sinais da Águia.

 

 

Considero que a expulsão de Ederson foi um exagero. No entanto, sabendo nós que a arbitragem tem alterado o seu critério para pesar contra o Benfica, tal como opinei em relação ao castigo de Rui Vitória, devemos evitar pôr-nos a jeito - e o nosso brilhante guarda-redes pôe-se a jeito. Bastava ter feito um movimento de retracção com a perna após pontapear a bola. Os jogadores e equipa técnica têm de ter presente que não podem dar qualquer margem de interpretação, pois será em grande parte dos casos interpretado contra o Glorioso, dadas as pressões.

 

Venha agora o Borussia Dortmund. Esperemos que seja uma grande noite Europeia na Luz!

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rematado às 08:32


"Comprava-se toda a gente como quem compra tremoços"

por Admirador do Isaías, em 07.02.17

Copiando o título do companheiro Benfiquista blogueiro Benfica365, aproveito para partilhar também esta entrevista de Manuel José à TSF que, realmente, merece maior destaque que o que tem tido.

 
Foto: TSF

 

Manuel José, antigo treinador, fala sobre corrupção no futebol. Na TSF, deixa ainda elogios e criticas a Jorge Jesus e não só.


Manuel José não hesita em dizer que teve "vergonha de andar no futebol", nos anos 80 e 90, altura em que se compravam árbitros e resultados "como quem compra tremoços". O antigo técnico diz que essa foi a "fase mais negra do futebol português" e acrescenta que há quem queira voltar a esse tempo, tentando empurrar os árbitros para situações que já viveram no passado e que Manuel José considera vergonhosas.

Manuel José conversa com João Ricardo Pateiro

Em entrevista ao Entrelinhas da TSF, Manuel José conta uma história em que o tentaram comprar, no início de um jogo com a proposta "ganhas este jogo hoje e perdes os dois da próxima época". E denuncia que, foi por não pactuar com essas situações que acabou por ser afastado, por três vezes, do cargo de selecionador nacional.

Nesta conversa com João Ricardo Pateiro, Manuel José fala também o futebol de agora. Diz que Jorge Jesus é o melhor treinador da atualidade, sublinha mesmo que é melhor que José Mourinho, uma vez que joga "com nota artística" e não só para o resultado. Mas diz também que Jesus "tem de se moderar" e assumir os próprios erros quando erra, até porque "tem um ego doentio, patológico".

Por outro lado, e apesar de já ter dado a carreira como terminada, por razões pessoais e familiares, Manuel José diz que nunca treinaria o FC Porto com o atual presidente. Sem querer explicar as razões ficam as palavras: "não considero, não gosto, detesto" Pinto da Costa.

Sobre jogadores, Eusébio aparece no topo da lista. Para Manuel José, este é "o melhor português de todos os tempos", superior a Cristiano Ronaldo. Só no jogo de cabeça Ronaldo é superior a Eusébio, na comparação feita por Manuel José.

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rematado às 16:11


"Golinho gostoso!"

por Admirador do Isaías, em 06.02.17

Perante um Nacional em apuros, no Estádio da Luz, quaisquer que fossem as circunstâncias, a equipa do Benfica teria sempre a obrigação de vencer. Juntando a essa obrigação natural de "ser Benfica" os descalabros recentes e a tabela classificativa, a equipa estava obrigada a vencer e convencer.

 

Uma parte (e apenas uma parte, reafirme-se) daquilo que de mau aconteceu no Bonfim deveu-se à aparente falta de confiança na finalização. Ora, Jonas já estava a dever golos aos postes, aos guarda-redes adversários e, principalmente, a si mesmo. O primeiro, com um cabeceamento "como manda a lei", foi um alívio, mas no segundo, obtido com um remate em arco com o pé esquerdo, deu para ver a sua expressão de "golinho gostoso!".

 

Mitroglou também estava a dever e marcou logo na segunda oportunidade que teve. É um daqueles atacantes que só a presença em campo parece fazer os outros jogar, soltarem-se. Intimida e é um pedaço de gelo na decisão. Parece que nunca sorri, mas é um homem feliz com Jonas a seu lado - nota-se!

 

 

Em suma, 3 pontos, primeiro lugar e confiança reconquistada diante de um adversário que não colocou grandes problemas. Atenção que com o Arouca do Lito Vidigal há que jogar mais.

 

Que este impulso, esta revitalização, nos sirva para retomar o nosso melhor futebol.

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rematado às 07:59


Temos de nos levantar antes que acabe a contagem

por Admirador do Isaías, em 31.01.17

O KO na Taça da Liga deixou uma cicatriz que, mais que doer no corpo, infesta a alma da equipa.

 

Em Setúbal ontem, foi um pugilista tímido quem entrou de vermelho, com receio de levar outro soco de igual potência. Normalmente, quando se tem medo, o que se teme acontece.

 

O golo do Setúbal, fruto de um erro originado na debilidade psicológica que se abateu sobre a equipa, personificada na acção de Lindelöf, foi o tal novo soco que fez um já inseguro pugilista cambalear até perto do fim - altura em que tentou, em desespero, tirar qualquer coisita da partida.

 

Não partilho da opinião de Arnaldo Teixeira, que disse que o Benfica tentou tudo. Nem de perto nem de longe o fez. Também não embarco na história do penalty que, mesmo tendo sido, não pode servir mais uma vez para mascarar a insuficiência própria demonstrada.

 

 

Tal como no boxe se costuma aconselhar, não se deve deixar o trabalho do próprio nas mãos dos árbitros e juízes. Um KO não deixa dúvidas, não dá lugar a diferentes interpretações ou mesmo à má vontade de quem ajuíza. Um lutador que é superior ao seu oponente e que não ataca o KO, expõe-se ao erro - próprio e dos árbitros - e arrisca ser humilhado. O Benfica foi, ontem e no Algarve, humilhado por duas equipas cheias de vontade e bem organizadas, mas de inferior qualidade.

 

Das duas uma: ou esta equipa e treinador mostram a mesma fibra de Campeão da época passada e erguem-se ignorando as dores e incertezas, ou esta época que pode ainda ser Histórica (ainda estamos em primeiro) transformar-se-á numa imensa desilusão - por culpa própria.

 

Fomos ao tapete, mas temos de nos levantar antes que acabe a contagem.

 

NOTA: Penso que emprestar João Carvalho agora poderá ser um erro. O jovem da equipa B poderia servir, tal como Renato na época passada, para dar oxigénio onde ele falta mais.

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rematado às 08:05


«Não te cumprimento porque não sou hipócrita»

por Admirador do Isaías, em 28.01.17

É minha opinião que, no que concerne à suspensão de Rui Vitória, o nosso treinador não deve protestar a arbitragem num jogo em que a equipa perdeu por falhas próprias (mesmo que tenha também havido erro do árbitro), muito menos pondo-se a jeito de ser suspenso. Ponto prévio feito. Contudo, se é verdade o que vem escrito na a notícia d'A Bola, eu faço uma vénia ao Mister Vitória relativamente ao seu comportamento com Augusto Inácio.

 

«Não te cumprimento porque não sou hipócrita e tenho valores pessoais e profissionais de que não abdico. Ninguém esquece o que nos tentaste fazer no ano passado.»

 

Se o conteúdo do que lhe disse foi realmente o que vem relatado na notícia, ele representou o Benfiquismo naquele momento.

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rematado às 11:40


Entregar o ouro ao bandido

por Admirador do Isaías, em 27.01.17

A equipa do Sport Lisboa e Benfica mereceu perder este jogo.

 

Uma partida, como nós bem sabemos, é disputada em 90 minutos, não 45. A exigência, particularmente na concentração e no foco no jogo, é ainda mais elevada quando se enverga o Símbolo e o Manto Sagrado.

 

Rui Vitória, que no geral costuma ter uma boa leitura do jogo e dos adversários, foi, desta vez, "comido de cebolada" pelo ódio que se lhe opôs, incorporado e personalizado por Augusto Inácio. Como ele próprio referiu no final, foram "camisolas vermelhas contra verdes e brancas" - com esta injecção de fuel, o ódio se reacende. Perder, especialmente assim, com tanta desorientação, foi entregar o ouro ao bandido.

 

 

Eu repito que a equipa do Benfica mereceu perder e que, por consequência (porque fez pela vida e bem), a equipa do Moreirense mereceu ganhar. O que me desgosta é ter sido com Inácio, que representa o ódio, personifica-o. É apenas mais um a fazê-lo, entre o presente e o passado. O Sport Lisboa e Benfica, como Símbolo, brilha mais intensamente que qualquer outro clube (pelo menos, em Portugal) e, por consequência, a sombra que essa Luz forma perante os outros é maior, fazendo parecer que o mais pequeno, mas menos brilhante, está à sua altura. Por isto, o Benfica não pode, nunca, perder-se. Não pode perder-se na sua equipa em campo e não pode perder-se em relação à direcção em que caminha.

 

O ódio, sombra causada pela intensa Luz do Glorioso, estará sempre presente, sempre à espreita. É no momento do jogo (que é sempre mais que apenas um jogo) que temos de mostrar a superioridade do nosso Símbolo, pois qualquer desleixo será aproveitado.

 

Contudo, este resultado poderá ter um efeito positivo. Rui Vitória, que é inteligente, não deverá voltar a arriscar nos seus onzes e seguramente que esta segunda parte será usada como exemplo doravante. Adicionalmente, com jogo na segunda-feira para a I Liga, os jogadores titulares estarão em brasa para rectificar a imagem que deixaram - e isso pode e deve ser psicologicamente usado pelo treinador. Apelo à humildade, concentração e dedicação de todos os envolvidos.

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rematado às 08:24


Boa Sorte, Gonçalo!

por Admirador do Isaías, em 25.01.17

Gonçalo Guedes assina pelo Paris Saint-Germain

 

Serás sempre bem vindo quando regressares àquela que é e será sempre a tua casa!

As maiores felicidades para esta nova aventura, miúdo!

 

Nota: Não sei, sinceramente, porque não sigo muito o Facebook, mas pergunto se já alguém encheu a página do Paris Saint-Germain com mensagens indicando que se enganaram na contratação, levados pelo marketing Benfiquista? É que seguramente o clube Francês toma as suas decisões baseadas em catálogos (com vouchers dentro, claro) que o Sport Lisboa e Benfica distribui para vender os seus jogadores... eles nem os jogadores observam, deixam-se assim burlar, coitados!

Pergunto isto, porque infelizmente nos últimos tempos contamos sempre com a postura baixa de quem se diz adepto de uma instituição Histórica do desporto Português - instituição que até nasceu altiva, de que o meu pai era adepto, e que eu sempre respeitei, respeito e respeitarei (se calhar até mais que alguns que se dizem adeptos desse clube).

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rematado às 08:21


Rui Vitória puxa "misters" de bancada à realidade

por Admirador do Isaías, em 23.01.17

O jogo de ontem começou bem, mas apresentou inexplicáveis nuvens do fantasma axadrezado da semana anterior. Perante um Tondela bem organizado defensivamente, tentando ser letal nas suas parcas investidas (e quase o foi, se o avançado que bateu Ederson não tivesse estado em fora-de-jogo), a equipa deixou-se abater, abalar um pouco pelas dificuldades, e complicava o que acabou por tornar simples na segunda parte.

 

A substituição de Cervi não teve a ver com o seu desempenho, a meu ver. Foi uma troca da explosão pura pela experiência que o jogo pedia - experiência essa de Salvio que acabou por libertar dois jogadores amarrados até então: Pizzi e Nélson Semedo.

 

Rui Vitória terá visto o que nós, os "misters" da bancada, provavelmente não vimos: que a baixa produção de Pizzi na primeira parte advinha da incorrecta ocupação dos espaços por parte dos alas, que tornavam a tarefa de distribuição, que o nosso número 21 desempenha, muito mais difícil. O Tondela organizou-se bem, sim, mas era o Benfica que estava a ser o seu próprio empecilho. A entrada de Salvio colmatou essa lacuna (e eu estava entre aqueles que um ano antes pensava que a utilidade do Salvio estava acabada, após a complicada lesão).

 

Foi um Benfica diferente e um Tondela que não soube adaptar-se à diferença, pois por mais bem organizada que uma equipa esteja pelo treino, é por norma a inteligência e visão dos jogadores que mais diferença faz entre grandes e pequenos. A partir daí, só deu Benfica e sabia-se que era uma questão de tempo aparecer o golo. Foi Pizzi, o tal que estava em tão evidente sub-rendimento na primeira parte e foi Pizzi que não só marcou mas que se soltou do espartilho táctico do Tondela pelo apoio e linha de passe rápida que passou a ter em Sálvio e Nélson Semedo, dupla rotinada e que sabe de olhos fechados que espaços ocupar.

 

Nós, Benfiquistas e treinadores cheios de conquistas nas fantasias das nossas mentes e que temos sempre razão na profundidade da nossa paixão pela nossa equipa, que queremos ver sempre vencer, fomos puxados à realidade por Rui Vitória com uma simples substituição. Como estava tudo diferente no Inverno de há um ano, não é? É tão bom estar errado.

 

Nota: Primeiro golo de Rafa! O primeiro de muitos, rapaz! Chuta à baliza!

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rematado às 09:00




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