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Isaías no Benfica!


Primeira Liga 2017/18



Karl Humanus tem razão

por Admirador do Isaías, em 15.12.17
Karl Humanus tem razão e tudo depende do que nós permitimos que aconteça entre nós.
Não se trata de quem gostamos ou deixamos de gostar, porque "valores mais altos se levantam e o valor mais alto, em termos futebolísticos, é o Benfica".
 
Através do Papoila Saltitante:

Eis o decálogo, eis os dez grandes objetivos das campanhas desestabilizadoras levadas a cabo pelo Futebol Clube do Porto e pelo Sporting Clube de Portugal de mãos dadas na Santa Aliança:
 
1. Fabricar e estabilizar um forte dispositivo de propaganda múltipla que produza e reproduza nas representações sociais a crença de que o Benfica é um clube corrupto que só vence pela chantagem e pelo condicionamento de instituições desportivas, árbitros e imprensa;
 
2. Produzir massivamente, através dos mais variados canais escritos e audiovisuais, ambiências emocionais acríticas que transformem pela repetição falsidades-estímulo em verdades indiscutíveis, sob execução dos directores de comunicação Francisco Marques e Nuno Saraiva e comando permanente de Pinto da Costa e Bruno de Carvalho;
 
3. Transformar os emails do Benfica obtidos através de crime informático em material incriminador, deixando na penumbra o crime de invasão da privacidade alheia e o crime de roubo económico em favor dos diálogos entre pessoas que são criminosamente transformados em cartilhas de corrupção activa pela descontextualização, pela deturpação e pela falsificação;
 
4. Linchar moralmente, da maneira mais torpe, quadros directivos do Benfica, dotando-os de malignidade e anti-cidadania nas percepções populares;
 
5. Colocar e/ou aliciar nas instâncias desportivas e nos jornais pessoas que sirvam os propósitos do programa propagandístico criado, fazendo com que a justiça e as penas sejam desse exclusivo foro e por essa via e nesse sentido fidelizem lógicas populares de pensamento e de acção;
 
6. Criar um ambiente decisório judicial e judiciário que criminalize severamente o Benfica e o ampute do seu poderio desportivo-financeiro, originando a ruptura dos apoios e dos parceiros internos e externos;
 
7. Provocar uma fractura entre adeptos e direção, levando aqueles a forçar o afastamento da actual direção modernizadora e do treinador e por esta via arruinar o futuro neste momento em construção através de uma nova direção que deSEIXALaria o que existe e viveria unicamente do futebol de onze e da aquisição onerosa de jogadores estrangeiros;
 
8. Enfraquecer a auto-estima dos atletas de todas as modalidades do Benfica e levá-los à desmoralização e às derrotas em campo;
 
9. Conduzir o Benfica a extremos de emoção, desânimo e revolta activa susceptível de originar castigos severos;
 
10. Incentivar directa e indirectamente a produção de falsos benfiquistas cavalos-de-tróia que ataquem o clube através de blogs e redes sociais, contribuindo desta maneira para ampliar a rede de desestabilização de nível central a cargo dos comandos da Santa Aliança. 
 
 
Karl Humanus in oubenficaouracha

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rematado às 13:41


Parabéns, Isaías!

por Admirador do Isaías, em 17.11.17

Parabéns, Isaías!

 

Um forte abraço e votos de saúde e felicidade, deste teu admirador Benfiquista!

«««»»»

Isaías, o Pé-Canhão que vibra com o Benfica em dia de aniversário

 

Cinco dos 54 anos de vida do ex-jogador brasileiro foram passados no Benfica na década de 1990. Em entrevista ao Site Oficial, regressa ao dia em que percebeu que ia ser águia e fala dos golos que valeram títulos, nomeadamente em 1993/94, quando a equipa "jogou contra tudo e contra todos".

 

Isaías, o Pé-Canhão da década de 1980 e 1990, comemora 54 anos. Cinco deles passou-os ao serviço do Benfica e foi no Clube que se tornou um dos futebolistas que marcaram o campeonato português. Deixou o seu nome gravado na história do emblema benfiquista, de onde levou recordações para a vida.

Isaías Marques Soares, ou simplesmente Isaías. Era assim o seu nome de guerra nos relvados portugueses. Uma ameaça a todos os guarda-redes, com os seus inconfundíveis remates fulminantes que, invariavelmente, davam aqueles golos de bandeira.

Um ano em Vila do Conde, com a camisola do Rio Ave, foi suficiente para dar o salto para o Boavista – onde esteve duas temporadas (1988/89 e 1989/90). Dois anos de alto nível no Bessa garantiram uma transferência memorável para o Estádio da Luz

"Aconteceu naturalmente, pelos jogos que eu tinha feito pelo Boavista, onde tinha mostrado qualidade. Foi essa a principal razão da minha transferência para o Benfica. Joguei no Bessa e marquei um golo num jogo em que ganhámos 1-0 e, nesse momento, ficou praticamente cimentado o acordo entre as duas direções", contou o ex-jogador em entrevista ao Site Oficial.

"Na semana anterior, o presidente do Boavista tinha-me dito que os três grandes estavam interessados na minha contratação. Atualmente, penso que nesse momento já estava tudo certo com o Benfica. Os jogadores de referência que o Benfica tinha – Ricardo Gomes, Mozer, Valdo... – também pesaram na minha decisão. As direções entraram num acordo e eu fui assinar o contrato", recordou.

Aquele que ficou também conhecido como Profeta foi aposta do então treinador encarnado, Sven-Goren Eriksson, e o médio rapidamente provou que tinha valor para se impor como titular na equipa encarnada.

"Eu estava a chegar a Portugal, não conhecia muito. Não sabia ainda diferenciar os clubes, as camisolas. Eu era o patinho feio que estava a chegar a uma ilha maravilhosa. Comecei a perceber, através da Imprensa e do convívio com os jogadores – principalmente os estrangeiros –, e foi contagiante esta mística. Surgiu de uma forma muito rápida", descreveu.

"Sabia que, se quisesse ser titular no Benfica, teria de trabalhar muito. Focar simplesmente no trabalho. Foi isso que eu fiz", referiu.  

Isaías a jogar no antigo Estádio da Luz

"É sempre contagiante vestir uma camisola como a do Benfica. Depois, eu passei a acompanhar mais o historial, a mística do Benfica e é realmente um privilégio de poucos vestir essa camisola. E eu, com o meu trabalho, consegui honrar a camisola. Não tenho arrogância, tenho uma satisfação muito grande em contar aos meus amigos os tempos que passei no Benfica."

Ao falar-se de Isaías não há quem não recorde os fortíssimos remates de longe que lhe valeram a alcunha Pé-Canhão.

"Apesar de termos conquistado só dois títulos nacionais e uma Taça de Portugal nesses cinco anos, foi maravilhoso. Consegui atingir um patamar dentro do Benfica que é privilégio de poucos. Vinha de Cabo Frio, uma cidade que ninguém conhecia e conquistei logo parte do Benfica… Ganhar jogos já era maravilhoso, ganhar títulos era melhor ainda. O primeiro título no primeiro ano já foi uma coisa fantástica", salientou.

Esteve ao serviço das águias durante cinco anos, entre 1990/91 e 1994/95. Nesse período, realizou 178 jogos e apontou 71 golos, alguns dos quais verdadeiramente memoráveis e fundamentais para o títulos conseguidos em 1990/91 e em 1993/94.

"Ficámos muito felizes com o título conquistado em 1993/94, porque foi uma altura em que tínhamos de jogar contra tudo e contra todos. Com muita dificuldade, soubemos dar a volta às adversidades e conquistámos o campeonato. Foi marcante, até pelo percurso que fizemos. A conquista da Taça de Portugal também foi muito bonita, numa festa maravilhosa no Jamor. É um ambiente incrível, com pessoas a acampar na rua de um dia para o outro, a vibrarem… E acreditavam que íamos ganhar o jogo, claro", afirmou.

"Nessa minha segunda casa deixei um bom legado e uma história maravilhosa", assegura.

O Pé-Canhão tem pelo Estádio da Luz – marcou 36 golos no antigo recinto – o afeto de quem que ali viveu alguns dos momentos mais marcantes da carreira. Apesar do carinho e da nostalgia com que recorda a velha Catedral, onde jogou e marcou perante 120 mil espectadores, Isaías aprecia a modernidade e o conforto do novo estádio.

"A sensação de jogar com 120 mil pessoas nas bancadas é, obviamente, muito maior do que jogar com 65 mil. O Estádio da Luz é o mais bonito de Portugal e, neste novo, as pessoas estão mais perto dos jogadores, mas nunca é igual jogar perante o dobro dos adeptos", opinou.

"A única coisa que o estádio antigo perde para o novo são as estruturas, não dentro do campo, mas tudo o que está em torno do relvado. A estrutura dentro do próprio Estádio é uma coisa espetacular, muito bem pensada", elogiou.

Isaías a jogar com os croatas do Hadjuk Split

O Penta, na Liga NOS, é o grande objetivo do Benfica na temporada. Isaías confessa que, "por incrível que pareça", tem acompanhado a equipa liderada por Rui Vitória de forma "superficial", mas acredita que "o Benfica está a começar a engrenar novamente".

"Temos de continuar a trabalhar, a acreditar no míster e mostrar em campo a qualidade que os jogadores do Benfica têm, sem se precipitarem. Vamos chegar ao título. O importante é não perdermos pontos em casa. Acho que o Benfica está no caminho certo", afirmou.

Para isso, muito tem contribuído Jonas. O avançado é, para Isaías, quem se destaca na equipa do Campeão Nacional, ele que já ultrapassou o Pé-Canhão, tornando-se o maior goleador brasileiro do Benfica aos 72 golos.

"O jogador do Benfica que está constantemente em destaque é o Jonas. O homem que marca e continua a marcar. Que continue a marcar porque é um jogador com muita qualidade e que faz a diferença. Claro que não trabalha sozinho e não faz a diferença sozinho, precisa da ajuda e da entrega dos companheiros, mas penso que está no caminho certo", disse.

Em dia de aniversário, Isaías assume que "receber presentes é sempre bom, seja um carinho, um abraço, tudo o que seja de coração".

Com a entrada de Artur Jorge no Benfisa, Isaías saiu do plantel, indo então para Inglaterra, onde assinou pelo Coventry. Por lá ficou duas temporadas e, apesar da sua idade (já com 34 anos), ainda assinava exibições de qualidade, voltando a Portugal para jogar pelo Campomaiorense. Um jogador que deixou saudades em todos os clubes por onde passou e que fará sempre parte da história de um dos melhores períodos do Benfica.

"Penso que 80 por cento dos adeptos do Benfica se lembram do Isaías e têm um carinho especial por mim", disse.

"O que eu posso dizer aos Benfiquistas é que continuem a acreditar que o Benfica vai conquistar o título. Claro que é preciso trabalho, muito trabalho. Quando se trabalha, conquista-se. O Benfica tem potencial e tem estrutura", finalizou.

 

Texto: Filipa Fernandes Garcia

Fotos: Arquivo / SL Benfica

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rematado às 14:33


Passo a passo

por Admirador do Isaías, em 06.11.17

Três pontos em zona de guerra conquistados sem espinhas. Passo a passo.

 

Mesmo defrontando mais que o futebol, mais que as outras equipas, mais que uma coligação de clubes que continua a acusar os outros daquilo que beneficia. Passo a passo.

 

Eu mantenho um silêncio de respeito, que poderá ser desfeito mais à frente.

Os meus posts têm sido e serão, por isso, parcos de palavras, mas recheados de significado.

 

Contra tudo e todos, passo a passo.

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rematado às 10:28


Não mudo uma vírgula

por Admirador do Isaías, em 01.11.17

Mantenho o silêncio quanto aos jogos da equipa, por respeito e crença absolutos.

Já aqui defendi a minha opinião e mantenho-a: não mudo uma vírgula.

 

É com este treinador, Rui Vitória, que manteremos o sucesso.

Estou orgulhoso dele e da equipa, mesmo sabendo que alguns elementos estão em sub-rendimento.

Peças que possam melhorar esta equipa estão já na equipa B.

 

Ponto.

 

O Shadows afirma que o Rui Vitória perdeu a massa associativa.

Bom, eu sou sócio e estou com ele em absoluta confiança.

Não sou muito gordo, não tenho muita "massa", mas faço parte da parte "associativa".

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rematado às 08:22


Orgulhoso com a Equipa e Treinador

por Admirador do Isaías, em 18.10.17

Até ao golo (que foi um lance entre o azar e a inexperiência daquele que é o grande sucessor de Preudhomme, o Svilar), o United foi zero. Bolas longas e consistência defensiva, nada mais.

 

Mas este United de Mourinho foi zero porque esteve atado por um Benfica, pleno de juventude, muito bem montado tactica e estrategicamente por Jorge Jesus - ah, perdão, por Rui Vitória, é verdade, enganei-me. Os elementos que entraram na equipa corresponderam (Douglas precisa de mais trabalho defensivo) e a equipa esteve sólida e foi a única a criar perigo, contra uma defesa que quase não sofre golos.

 

Não foi um bom resultado, claro que não, mas foi uma resposta à altura de um plantel que disse presente, frente a uma grande equipa, contra a qual fizeram um grande jogo.

 

Uma nota minha para o Shadows e o seu post que inclui um comentário quanto ao que Graeme Souness disse em tempos:

 

Os Benfiquistas de outra época não pensavam ter o direito de vencer por mérito divino! Eles sabiam que o Benfica, o Glorioso, é especial, mas davam tudo (reafirmo TUDO) para vencer, para apoiar, para respeitar, para ser digno, para erguer o Símbolo. A construção do Estádio da Luz, o primeiro, é verdadeiramente exemplo dessa dedicação.

 

Os Benfiquistas de hoje sim, no geral pensam que têm o decreto divino de vencer, muitas vezes sem noção da realidade à sua volta, muitas vezes sem respeito por si mesmos e pelos seus, muitas vezes, até, insultuosos e impacientes (tal e qual um miúdo mimado que mora aqui no prédio). É fruto do mundo actual.
Atenção que não me refiro a ninguém em particular, mas se a carapuça servir a alguém... que se acuse. Os que se acusarem, vá, insultem-me então, como tão bem sabem fazer. Insultar mais um ou menos um dos nossos não vos deve custar nada. Quanto a mim, tenho estado em silêncio de respeito aqui no blog, mas estou farto de ler lenga-lenga e insultos de supostos Benfiquistas dirigidos a outros.

 

Eu reafirmo:

 

ESTOU COM ESTA EQUIPA E ESTE TREINADOR ATÉ AO FIM.

ESTOU COM O GLORIOSO SPORT LISBOA E BENFICA ATÉ AO FIM.

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rematado às 21:40


O Sporting aprova. É isto que querem?

por Admirador do Isaías, em 03.10.17

Retirado de um blog Sportinguista:

http://tuvaisvencer.blogspot.pt/2017/10/rui-malheiro-destroi-rui-vitoria.html

 

É isto que querem afinal? A lagartagem toda contente e sorridente por prestarmos atenção a esta campanha?

 

Sim, venham dizer-me que têem dois olhos na cara para ver e que este "artigo" (tão oportuno no seu aparecimento, não foi?) não influencia a vossa opinião, quando leio o seu sumário repetido vezes sem conta em comentários e posts (como este num blog do Sporting)!

 

Todos temos o direito de gostar ou não gostar de Presidente, Estrutura, Treinador e Jogadores, mas nenhum de nós Benfiquistas quer, com certeza, ser a antena repetidora da lenga-lenga que interessa ao INIMIGO (pois são bem mais que meros adversários neste momento, afirmo-o com toda a racionalidade e convicção).

 

Parém de repetir estas tretas e acolham a mesma Equipa e o mesmo Treinador que vos levou ao Marquês, neste momento em que eles mais precisam!

 

Se tivermos de perder que o seja porque fomos à luta, todos juntos, e perdemos o jogo (porque se trata de um jogo, o futebol).

No entanto, para podermos vencer, temos de estar juntos e imunes à comunicação do INIMIGO. Ponto!

 

Não me oponho a opiniões. Oponho-me a repetições de ideias que são semeadas por quem nos quer ver derrotados!

 

Eles fazem isto porque têm MEDO DA NOSSA UNIÃO, medo do que somos capazes de alcançar, como já fomos, com esta mesma equipa e treinador! Se fossem superiores (tanto Sporting como Porto) e nós fracos, eles enalteciam-se comunicacionalmente e deixavam-nos no buraco, como que não contando, tal como aconteceu nos fins de 90's e inicíos de 2000's! Entendam o que se está a passar!

 

VIVA O BENFICA!

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rematado às 15:23


PluribusUnum7: Palavras Sábias

por Admirador do Isaías, em 02.10.17
Comentário de
 
PluribusUnum7 a 02 outubro, 2017 14:25 no Novo Geração Benfica:

 

Desilusão

É este o sentimento que se apoderou de mim nos últimos dias. Podem pensar que é da equipa, do treinador, dos dirigentes ou de qualquer outra pessoa que trabalha no Benfica. Mas não. Estou desiludido com os Benfiquistas nos quais me incluo. Estou desiludido pela facilidade com que 2 directores de comunicação conseguiram pôr em prática um plano tão simples.

Em termos de arbitragem fizeram o que costumam fazer. Gritaram que o Benfica era o grande beneficiado. Todos os jogos nas primeiras jornadas encontraram erros a favorecer o Benfica. Nessas semanas nunca se falou dos grandes jogos que o Benfica fez. Na Supertaça foi o primeiro golo que era precedido de uma falta. Na primeira jornada foi um golo anulado ao Braga. Na terceira jornada foi o Eliseu. Do futebol que estávamos a praticar nunca se falou.

Mas o plano não se ficou por aqui. Desde o final da época passada começou a haver uma quantidade de comentários anónimos em fóruns e blogues Benfiquistas sempre com o mesmo discurso. As vendas, o passivo que não desce (mesmo sem o relatório de contas ter saído), a defesa, o número 8, o guarda-redes, o Mitroglou, etc, etc.

Eu digo que até achei patética essa estratégia, mas eis que de repente, após 4 jogos em que praticamos um grande futebol, empatamos um jogo em Vila do Conde. Bastou isso. Um empate para todo aquele burburinho criado com antecedência dar frutos, e tudo e todos serem postos em causa. Desde aí a equipa joga sobre brasas. No jogo seguinte com o Portimonense a equipa já era assobiada no seu próprio estádio e a partir daí foi uma bola de neve.

E depois olhamos para os planteis e eu penso. Mas somos mesmo pior que os outros? Um frango do Varela é pior do que um do Casillas? André Almeida é pior que Piccini? Porque é que se fazem contagens dos jogos em que Grimaldo ficou de fora desde que está no Benfica (mesmo a primeira meia época em que ficou de fora por opção) e não se contam os de Coentrão no mesmo período? Por que é que a idade do Luisão incomoda e a de Mathieu não? Ter Fejsa, Samaris e Filipe Augusto não é melhor do que Danilo e mais ninguém ou William e mais ninguém? Pizzi é pior que Battaglia ou Oliver? E se nenhum destes 3 poder jogar, Porto e Sporting têm alternativas mais válidas do que o Benfica para os substituir? Ter 4 ou 5 extremos de qualidade é pior do que ter 2 de qualidade e não ter ninguém para os substituir como acontece com o Porto e Sporting? Ou ter 4 avançados de qualidade é pior do que ter apenas 2/3 como os outros?

Mas mesmo para os que não pensam como eu tenho uma novidade. Até 1 de Janeiro o mercado não volta a abrir e são estes que temos de segurar. São estes que não podemos deixar cair.

Quem está a ser fraco no meio disto tudo não são os jogadores, treinadores ou dirigentes. Quem está a ser fraco e comido de cebolada somos nós que não paramos de aumentar o ruído em torno da equipa. Somos nós que estamos a fazer de uma equipa vencedora, uma equipa que duvida de si própria, enquanto outros sem títulos nos últimos anos jogam tranquilos e sem qualquer pressão.

Eles não vão ganhar sempre, bem pelo contrário. Os problemas mais cedo ou mais tarde vão aparecer. Nós temos é que estar em posição de aproveitarmos esses momentos maus que eles vão ter. Mas para isso temos de voltar a ser Benfica. E para voltarmos a ser Benfica temos de olhar para o nosso símbolo, ler o lema que lá está inscrito e colocá-lo em prática.

E PLURIBUS UNUM

 

<--->

 

 Acrescento de minha lavra:

 

Ontem que percepção transpareceu do jogo da equipa?

Entrou a marcar, num terreno impraticável. Enfrentou um Marítimo organizado, mas incapaz de suster o jogo do Benfica (mesmo sem ser avassalador), contando com um guarda-redes em grande nível que impediu o segundo golo em diversas ocasiões, junto com alguma sorte dos seus defesas. Esta foi a equipa até pouco antes de sofrer o empate. Depois, depois sim, caíram-lhe novamente os fantasmas em cima, concordo, mas até ao empate? Bastava que uma das bolas que Charles defendeu, ou que bateram num defesa, tivesse entrado. Quantos jogos assim já ganhámos a partir das bancadas?

Honestamente, não jogámos nem melhor nem pior que em Chaves e aí ganhámos e estávamos todos com a equipa. No ano do Tri, ganhámos no Bessa jogando bem pior que neste ano. Foi uma festa - "os campeões fazem-se de jogos assim", dizia-se na altura.

 

Não estou a dizer que não podemos nem devemos ter opiniões. Estou a dizer que mesmo sabendo que, por exemplo, um filho ou amigo nosso está com problemas na missão que tem em mãos, a última coisa que se pode fazer é deixar afundar. Podemos aconselhar, até passar raspanetes, mas isso tudo fora do olho público. Entendam, de uma vez por todas que a internet, o Facebook, os blogues, os comentários nos sites dos jornais, são espaço público - e mais: público e anónimo. No café ainda se sabe quem disse o quê.

 

A percepção dos Benfiquistas no geral em relação à equipa está definitivamente negativa, reforçada que foi pela desorientação com o Portimonense, pelo resultado do Bessa e pela vergonha em Basileia. Contudo, na minha opinião, a mesma foi influenciada de fora, daí concordar com este comentário que coloquei em destaque aqui.

 

Então quando li um post, no mesmo blog de onde veio este comentário, a demonstrar grandes saudades de Jorge Jesus porque conseguia "esmagar os adversários" e encher estádios com futebol espéctaculo, tive a certeza de que há forças externas a aproveitar-se da emotividade Benfiquista. Jorge Jesus ganhou tanto quanto perdeu em seis anos. Até de um Hapoel de Tel-Aviv levámos 3-0, sem serem mais porque o adversário não tinha mais para dar. Rui Vitória, por sua vez, em dois ganhou bem mais do que perdeu. Só que as pessoas teimam, inadvertidamente, a confundir calma e carácter com fraqueza, enquanto associam manha e arrogância a competência - este foi o legado comunicacional de Mourinho, que Jesus aproveitou para elevar a sua personalidade, só que Mourinho é muito melhor que Jesus, tal como Rui Vitória o é. O Tri e o Tetra, com os problemas pelos quais os planteis passaram, tinham ardido com Jesus (como aliás arderam para o Sporting e com um salário absurdo).

 

Ainda ontem vimos um Sporting a jogar em casa, amedrontado e sem conseguir sair para o ataque durante os noventa minutos, por um Porto cuja única arma é a velocidade e força física de Aboubakar e de Marega (veremos quando houver lesões ou impedimentos).

 

A equipa do Benfica está a jogar ao nível que nos habituou no passado recente? Não. Só que daí a fazer-se este apedrejamento público de alto a baixo, a partir de um empate fora, é inteiramente inapropriado.

 

A época foi mal planeada? O presidente vende jogadores a mais? O treinador insiste nos jogadores em que crê e que sabe que são muito mais que estes últimos jogos? Isso é conversa que podemos ter, com certeza, mas sem esta berraria de fim-de-mundo, pois com isto só estamos a moralizar um Porto que quer dar aparência de forte mas que para além de estar com a faca na gargante, conta com um desmancha-balneários que só deixou cacos em Coimbra, Braga, Guimarães e até Nantes. Estamos a dar força ao balneário e à liderança deste arruaceiro que agora até só fala do Benfica para dizer que "a crise está à vista" - isto é conversa para os dele, não para nós! Ele até já diz que vai ser campeão! Não percebem a ligação das coisas?

 

Houve eleições recentemente, não houve? Apareceu oposição a Vieira? Não. Então ao fim de quatro ou cinco jogos maus depois do Tetra, querem substituí-lo por quem? Eu reafirmo que não gosto de Luís Filipe Vieira pessoalmente, não gosto do tipo de pessoa, não gosto do tipo de gestão (mas entendo o resultado e o rumo, não gosto do método), não gosto da forma como se pavoneia à custa do Benfica, mas quem queriam agora, neste preciso momento, ao fim destes anos todos, que o substituísse? Que aparecesse um salvador, de repente, saído de um bolso qualquer, que visse, com uma revolução estilhaçar o resto dos ânimos? Então o ano passado foi enaltecido como Presidente sem concorrência, com grande votação, e agora já é para queimar?

 

Haverá tempo e espaço próprio para debater e até encontrar alternativas, se for o caso, tanto para Presidente como para Treinador, como para Jogadores.

Mas agora, vamos lá ter calma e focarmo-nos no importante.

 

São bons ou maus jogadores, são bons ou maus treinadores, tudo isso debatível e discutível, mas são do Sport Lisboa e Benfica e envergam o manto sagrado.

Depois fazem-se as contas e pedem-se responsabilidades (ou atribuem-se louros), mas neste momento não há dragarto que me faça virar contra a minha Luz. Mantê-la-ei acesa contra o vendaval que querem montar à nossa volta e demonstrarei, mesmo discordando, lealdade para quem representa, trabalha e já elevou o símbolo do Glorioso a conquistas tão importantes e celebradas.

 

PluribusUnum7: Palavras Sábias, Grato!

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rematado às 19:57


Luto

por Admirador do Isaías, em 28.09.17

Estou de luto, pois pareceu-me a certa altura que Vigo ficava afinal na Suiça, mas luto contra qualquer tipo de sentimento de desistência.

 

Estes mesmos jogadores já mostraram muito mais... e voltaram a fazê-lo, pois a seguir ao fundo só lhes resta subir, com HUMILDADE.

 

Cada jogo, cada lance, cada passo, terá sempre de ser encarado como decisivo.

Luto, e exijo que lutem comigo. Connosco.

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rematado às 07:53


Assobio Dourado

por Admirador do Isaías, em 21.09.17

Longe de mim vir defender as quatro exibições mais recentes do Benfica. Foram muito abaixo do requerido e os resultados, ainda por cima, não surgiram em três dessas ocasiões.

 

Contudo, e tendo sido eu quem escreveu isto há dois anos atrás (para entretanto ter mudado de opinião em relação a tal intransigência, mas isso é pessoal), não posso deixar de sentir, neste momento, que há algo de externo à exigência natural Benfiquista nesta súbita onda de apupos e assobios. Apupos e assobios, note-se, aos mesmos jogadores que, após terem conquistado a Supertaça com conforto tal qual venceram o Braga na primeira jornada, após terem vencido em Chaves num jogo em que foram sempre superiores e terem goleado o Belenenses sem apelo aqui na Luz, passaram a ser, afinal, jogadores que não servem.

 

Há dois problemas para Rui Vitória resolver a nível de entrosamento táctico da equipa:

- o primeiro é quem substitui (ou melhor como substituir) Fejsa para soltar o médio criativo (por norma Pizzi)

- o segundo é envolver também os alas (do lado contrário a onde ocorre a jogada) no jogo de área, particularmente devido à mobilidade de Jonas e Seferovic (que fazem uma excelente dupla)

 

Depois há a escolha do 11. Só que tudo isso é algo que se passa internamente e assim deve ser.

 

Agora, enquanto aguardamos que a equipa regresse na plenitude daquilo que já a vimos fazer, não deixo de sentir que a contestação destas últimas duas semanas vem de fora para dentro. Não sou cego, também tenho a minha exigência Benfiquista e não condeno ninguém por contestar. Contudo, temos de fazer um exercício de auto-observação e verificar o que nos tem motivado a tal atitude.

 

É óbvio: estamos nervosos porque é ano de possível Penta e vemos os rivais a atacarem-nos vilmente enquanto amealham pontos. Contudo, da mesma forma que um jogador tem de engolir o seu nervosismo ao marcar um penalty decisivo, nós, adeptos, devemos ter esse controlo emocional para que possamos empurrar esta equipa para mais uma página Histórica.

 

Como qualquer outra, esta é a minha opinião. Calma, caros Benfiquistas, sócios e adeptos, muita calma, e controlo emocional. Tem sido uma viagem que nos testa a todos.

 

Não daremos a quem nos odeia uma vitória de Assobio Dourado.

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rematado às 09:11


Sugestão

por Admirador do Isaías, em 17.09.17

Triste mas sem exageros que seriam naturais, prefiro não escrever acerca do jogo do Bessa, onde assisti a excelentes 20/30 minutos da nossa equipa, para depois se desmontar física e mentalmente. Só que há que trabalhar mais e parece que não há preparação física para isso neste momento.

 

Prefiro, assim, deixar aqui um curto pensamento, uma sugestão.

 

Heriberto, Willock e Alex Pinto são parte da solução para esta época.

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rematado às 11:48




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