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Isaías no Benfica!


Primeira Liga 2017/18



Com o Fogo Sagrado, está o Quarto Anel

por Admirador do Isaías, em 01.05.17

Tivemos um jogo de grande sofrimento diante de um Estoril muito bem organizado e com enorme capacidade de pressão em todo o terreno. Alguém esperava algo diferente?

 

Nem seria desejável.

 

 

Não escreverei sobre futebol, tácticas ou jogadores. Escreverei sim sobre o que nos habituámos a chamar de "Mística", pois será a ela que teremos de apelar dia após dia.


A História do Benfica fez-se de vencer o impossível, que afinal era superável. Fez-se da dignidade de vencer em campo, mostrando-lhes todo o respeito, aqueles que quiseram acabar connosco inúmeras vezes. Fez-se de superar a traição, o abandono, o desdém, sempre, sempre com a vitória honrada e transcendente.

 

Foi o Fogo Sagrado, inspirando homens como tu e eu, que fez a nossa História, que nos transcendeu.

 

Este ano não é nem será diferente: no pé do Lindelöf, no pé do Jonas, na cabeça de Lisandro. Nos pés e cabeças e esforço de tantos remates certeiros que já alcançámos e dos tantos que ainda iremos conseguir.

 

Enquanto nos focarmos apenas e só em nós mesmos, enquanto procurarmos a nossa transcendência através da vitória, sejam quais forem os obstáculos no caminho, com o Fogo Sagrado, está o Quarto Anel; recheado de ilustres, que virá afinar a pontaria, fortalecer os músculos, inspirar a alma dos nossos bravos representantes em campo.

 

Sem rancores. Sem medo. Sem dúvidas.

Honrai agora os ases que nos honraram o passado!

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rematado às 20:24


Movidos pelo Son(h)o

por Admirador do Isaías, em 06.04.17

Ontem o Benfica passou à final da Taça de Portugal, no Jamor. Mais uma final em que marca presença e uma em que gostaríamos de alterar o histórico recente com o Guimarães.

 

Contudo, essa passagem não pode nem deve apagar o que se passou ontem no jogo da 2ª mão.

Uma equipa do Estoril movida pelo Sonho (e bem!).

Uma equipa do Benfica movida pelo Sono.

 

 

Quem entrou ontem em campo com a sonolência desrespeitosa para com o adversário e a competição, nada aprendeu com a Taça da Liga em Janeiro, no Algarve.

 

E mais não digo, pois há que pensar precisamente no Moreirense já no Domingo.

Avisos servem somente àqueles que os escutam. Movidos pelo Sonho!

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rematado às 08:40


Mitroglou com as Chaves da vitória (também) no Estoril

por Admirador do Isaías, em 01.03.17

Parabéns Sport Lisboa e Benfica, pelo 113º aniversário!

 

CHAVES

 

Grande jogo de futebol, um raro encontro em que houveram de facto duas equipas em campo a querer jogar futebol, a procurar vencer e não apenas conter o jogo até ver se aparece qualquer coisita. Um Chaves que se mantém forte, organizado e seguro de si, veio à Luz com uma clara ideia de se impor com as armas que tem. Sendo estas inferiores às do Benfica, particularmente no centro do ataque, a diferença surgiu com naturalidade e legalidade. Mitroglou: o homem que tem feito do Tetra uma possibilidade cada vez mais próxima.

 

 

ESTORIL

 

Taça é sempre Taça. Eu seguramente não esperava facilidades de uma equipa que se apresenta nas meias finais com o mérito de ter derrubado as barreiras até lá chegar. A equipa do Estoril dividiu o jogo na primeira fase do encontro, mas foi perdendo o controlo dos espaços, aos poucos, para o Benfica. Pedia-se mais, no entanto, ao Glorioso.
Rafa, por exemplo, queixa-se de azar ao invés de aprender como se mete o pé à bola para um remate com mais possibilidades de ser eficaz.
Filipe Augusto esteve bem até à lesão, num lance em que Eliseu claramente se desconcentrou e ofereceu o golo ao adversário.

Contudo, apesar de bem contrariado pelo Estoril e de não ter colocado em campo uma exibição ao seu nível e ao nível exigido, o Benfica controlou os acontecimentos e acabou por vencer, uma vez mais, devido aos golos de Mitroglou.

Porque sou Benfiquista (e isso para mim tem um significado superior) não tenho qualquer problema em verificar que o segundo golo do Mitroglou foi obtido, sem dúvida, em fora-de-jogo, como pode ser verificado na imagem abaixo:

Conseguido mais um passo para nos mantermos na luta pelo Tetra e outro para nos aproximarmos da final do Jamor, há que ter máximo foco para o jogo com o Feirense, partida em que teremos de ser o habitual Benfica eficaz para vencer com menos problemas.

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rematado às 08:25


À altura das circunstâncias

por Admirador do Isaías, em 18.01.16

A equipa do Benfica parece ter se transmutado desde a passagem de ano. Atrás terão, provavelmente, ficado devidamente enterrados os fantasmas do verão. O facto é que a equipa que jogou no sábado e venceu o Estoril nunca vacilou e mostrou estar à altura das circunstâncias, parecendo, pelo sufoco especialmente na segunda parte, que seria impossível sair dali sem os três pontos. Não se pode pedir mais, não se pode pedir menos.

Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.

O facto é que ainda estamos em Janeiro e já se sente:

 

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rematado às 08:48


O Imperador e a redenção dos Legionários

por Admirador do Isaías, em 17.08.15

O Estoril na Luz não foi, de todo, uma aldeia Gaulesa remetida à sua própria protecção. Foi sim, aproveitando a clara falta de confiança, a dúvida, que pairava sobre a psique encarnada, um conjunto de guerreiros da Gália atrevidos pelos poderes de uma qualquer poção mágica transmitida pelo seu ambicioso treinador, trespassando com facilidade as linhas defensivas da Legião Benfiquista, mas nunca ultrapassando o Imperador Júlio César. Foi ele que, defesa atrás de defesa, acabou por não só tornar possível, como exigir, de trás para a frente, que a confiança pudesse por fim descer sobre o Manto Sagrado e resolver a contenda.

A vitória acabaria por sorrir, por números até impensáveis para aquilo que a equipa estava a exibir: desconfiança, receio de errar, apatia.

Com a troca (talvez tardia) de Pizzi por Talisca e de Ola John por Victor Andrade, o Benfica ganhou dinâmica. Talisca voltou a ser (finalmente!) um transportador de bola e Victor Andrade trouxe muita vontade de abanar o jogo, de sacudir a defesa contrária.

E foram as defesas de Júlio César. E foram os cânticos por Eusébio. E foi Gaitán (romantismos à parte, o melhor em campo) que cruzou com precisão para Mitroglou poder afirmar que é reforço. Ele que já tinha marcado em fora-de-jogo (evidente) e que tinha já desperdiçado um golo feito a poucos metros da baliza, pôde agora associar o seu nome à Mística Benfiquista e perceber o que é uma explosão de alegria (que, no fundo, foi mais de alívio!) no seio da Família Gloriosa. Agora já sabe. Agora quererá mais.

Foi assim, com Eusébio a observar sorridente, que se deu a redenção dos Legionários, tão contestados pelas Américas, tão parcos por terras do Algarve.

O dardo do Grego (que nasceu no que fora outrora o reino de Alexandre, o Grande - a Macedónia), furou a resistência Estorilista e abriu o caminho para a exibição contundente, confiante, à bi-campeão! Talisca obrigou o defesa do Estoril a proteger o torso entre a mão e o joelho, tal a força do seu remate, providenciando a Jonas o primeiro golo da sua nova época na Luz, de penalty. Depois, Victor Andrade sacou um centro algo curvado demais - nada de mais para um Jonas confiante: um passito ou dois atrás, impulsão e vai buscar. Três a zero, num instante! Uma exibição de outra equipa, de uma Legião absolutamente diferente!

Só que o jogo não podia acabar sem o seu momento de poesia. Poesia justa (ou justiça poética, dirão alguns), pela medida da visão de Victor Andrade, do calcanhar de Gaitán, da movimentação de Nélson Semedo e do seu remate de pé esquerdo. O quarto golo demonstrara, por fim e para que dúvidas não restassem, que Jesus já não mora ali. Aquele fora o golo de Rui Vitória, o golo do exorcismo, o golo do sonho de inúmeros miúdos que tudo dão de si, dia após dia, para um dia chegar a pisar aquele relvado com o Manto Sagrado vestido. Foi o golo "daquilo que podia ter sido" com Bernardo Silva...

 

Missão cumprida, vitória alcançada, o Benfica onde deve estar. Muito suor; muita fortuna também, mas a sorte protege os audazes! Não ficou tudo resolvido, nem estava tudo destruído antes. Há muito trabalho pela frente, mas muita vontade, viu-se, de elevar o Benfica ao nível que merece.

Este foi o primeiro dia do resto da época da equipa de futebol do Sport Lisboa e Benfica.


Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.

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rematado às 15:55




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