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Isaías no Benfica!


Primeira Liga 2017/18



Vai haver golo!

por Admirador do Isaías, em 21.07.17

 

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rematado às 08:36


Benfiquistas marcam golos

por Admirador do Isaías, em 10.04.17

Há muito que considero que, neste tipo de campos, como o de Moreira de Cónegos, as equipas que o Benfica deve apresentar terão de ser formadas por elementos de músculo. São terrenos complicados pela forma como a sua própria dimensão e estado dificultam a circulação da bola e são um impedimento à técnica.

 

Ontem, apesar de o onze inicial não ter sido composto pelos elementos que maiores garantias ofereceriam em termos de capacidade de luta e muscular, foi uma equipa que se entregou à partida e acabou por construir esta vitória de forma muito semelhante à que conseguiu diante do Feirense em Santa Maria da Feira. É possível jogar mais que isto num campo destes, é. Só que é preferível esta visão pragmática sobre o resultado que se tem na mão (afinal, esta equipa derrotou-nos na meia-final da Taça da Liga e aquela dupla de ataque quase que voltava a fazer estragos novamente).

 

 
Se me perguntarem se este Benfica deslumbra neste momento, claro que respondo que não. Contudo, este é o Tugão e os anos 70 e 80 já lá vão. Desde o Mundial Itália 90 que o futebol, tacticamente, mudou - há que olhar para esse aspecto cultural também. Não quero com isto dizer que o Benfica não pode nem deve jogar mais. Quero sim dizer que a época é bem mais "longa" para quem tem de jogar meia época de futebol e outra metade de "assim-assim" em campos destes.
Se se quiser um futebol de elite com maior qualidade, é necessário ter coragem para mudar o que é necessário, para criar condições a que o espectáculo seja melhor. Já referi algumas dessas ideias anteriormente, pelo que não me repetirei.


Neste tipo de jogos, são os Benfiquistas, aqueles que lá estão nas bancadas e aqueles que se entregam a hora e meia de "prezado sofrimento" em frente a uma TV, que marcam os golos - é mesmo!

Nota final: Samaris. Ele que é um dos meus jogadores preferidos no plantel, pelo quanto sente a camisola que veste. Quer ele tenha ameaçado, quer tenha mesmo agredido, teve uma atitude repreensível que deverá ter também uma análise interna. Ao contrário do que arruaceiros armados em doutos e civilizados cidadãos querem que as pessoas creiam, o Benfica não é, nem nunca foi, isto.

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rematado às 12:26


Fazer do ataque a melhor defesa

por Admirador do Isaías, em 14.03.17

Com o regresso à Liga, o Benfica tinha pela frente um Belenenses que vinha a melhorar bastante nos tempos recentes, podendo, fruto disso, vir jogar futebol à Luz... nos períodos em que o Benfica lho permitiu.

 

Entrando forte e determinado, procurando provocar o erro madrugador do adversário, o Glorioso adiantou-se no marcador num lance de crença de André Almeida e de infortúnio para o nosso conhecido Miguel Rosa. Curioso como o dedo é apontado ao jogador por querer atrasar de peito para o guarda-redes, mas ninguém parece compreender que nenhum dos seus companheiros, podendo ver a presença de uma camisola vermelha por detrás de si, lhe lançou o aviso.

 

De qualquer forma, após o golo obtido e mais uma ou outra jogada interessante e promissora, mas sem conclusão, o Belenenses começou a estabilizar e aproveitou o abrandamento Benfiquista para jogar. Arriscando uma defesa bem subida, com o sucesso de ter cortado três lances de perigo com essa "armadilha", os Belenenses começavam a acreditar que com um golo virariam o rumo do jogo. Só que ao intervalo estava 1-0. Resultado parco para justificar tanto abrandamento no Benfica, ainda que se possa explicar com alguma fadiga europeia, talvez.

 

Na segunda parte, os azuis quiseram realmente procurar a fortuna e o resultado e conseguiram, num par de lances, assustar a defesa do Benfica. Num deles, a bola vai ao poste (Miguel Rosa outra vez) e logo a seguir Mitroglou faz o 2-0 de forma espectacular. Foi fazer do ataque a melhor defesa, sem dúvida, mas abrandar com 1-0, que não é situação nova, é demasiado arriscado numa fase em que a margem de erro é mínima.

 

A partir daqui, mais seguro, o Benfica susteve o Belenenses sem sustos de maior e conseguiu o golo da tranquilidade pouco depois, por Salvio, arrumando a questão, indo ainda a tempo de ver Jonas regressar aos golos, após uma brilhante triangulação com Samaris (bom jogo) e Mitroglou, e também de ver André Horta regressar à equipa tanto tempo depois, ainda que só por 5 minutos.

Haverá campeonato até ao fim. Contudo, quem tem este ataque, tem a melhor defesa possível ao seu título de campeão.

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rematado às 10:02


Mitroglou com as Chaves da vitória (também) no Estoril

por Admirador do Isaías, em 01.03.17

Parabéns Sport Lisboa e Benfica, pelo 113º aniversário!

 

CHAVES

 

Grande jogo de futebol, um raro encontro em que houveram de facto duas equipas em campo a querer jogar futebol, a procurar vencer e não apenas conter o jogo até ver se aparece qualquer coisita. Um Chaves que se mantém forte, organizado e seguro de si, veio à Luz com uma clara ideia de se impor com as armas que tem. Sendo estas inferiores às do Benfica, particularmente no centro do ataque, a diferença surgiu com naturalidade e legalidade. Mitroglou: o homem que tem feito do Tetra uma possibilidade cada vez mais próxima.

 

 

ESTORIL

 

Taça é sempre Taça. Eu seguramente não esperava facilidades de uma equipa que se apresenta nas meias finais com o mérito de ter derrubado as barreiras até lá chegar. A equipa do Estoril dividiu o jogo na primeira fase do encontro, mas foi perdendo o controlo dos espaços, aos poucos, para o Benfica. Pedia-se mais, no entanto, ao Glorioso.
Rafa, por exemplo, queixa-se de azar ao invés de aprender como se mete o pé à bola para um remate com mais possibilidades de ser eficaz.
Filipe Augusto esteve bem até à lesão, num lance em que Eliseu claramente se desconcentrou e ofereceu o golo ao adversário.

Contudo, apesar de bem contrariado pelo Estoril e de não ter colocado em campo uma exibição ao seu nível e ao nível exigido, o Benfica controlou os acontecimentos e acabou por vencer, uma vez mais, devido aos golos de Mitroglou.

Porque sou Benfiquista (e isso para mim tem um significado superior) não tenho qualquer problema em verificar que o segundo golo do Mitroglou foi obtido, sem dúvida, em fora-de-jogo, como pode ser verificado na imagem abaixo:

Conseguido mais um passo para nos mantermos na luta pelo Tetra e outro para nos aproximarmos da final do Jamor, há que ter máximo foco para o jogo com o Feirense, partida em que teremos de ser o habitual Benfica eficaz para vencer com menos problemas.

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rematado às 08:25


Messiglou!

por Admirador do Isaías, em 20.02.17

A paciente capacidade de sofrimento que esta equipa demonstrou esta semana, entre o Dortmund e o Braga revela um estofo que só os campeões demonstram ter.

 

Não fizemos um grande jogo, mas notou-se que os jogadores quiseram sim evitar o erro, até porque jogaram tacticamente em risco, normalmente em assumida inferioridade numérica no meio-campo central. Fizemos sim, um jogo de grande luta, de alma, de esforço para oferecer mais 3 pontos a todos os Benfiquistas que desejam o 36, o histórico Tetra, mesmo contra os hábitos imutáveis de "burros velhos".

Mitroglou foi Messi e inventou espaço entre três defesas do Braga, para meter a bola pela "cueca" de Marafona e dar a explosão de alegria que todo um país desejava e precisava. Este nosso Grego vale ouro! Ontem foi Messiglou!

 

Veja o golo de outro ângulo.


Quanto a tudo o que rodeou este jogo, há poucos aspectos sociais mais graves que a Polícia estar politizada e é isto que claramente acontece, principalmente a norte de Portugal (e não é só com os adeptos do Sport Lisboa e Benfica, contudo são os mais numerosos e mais visíveis pela notoriedade do clube). Só em sociedades destruídas é que é possível que criminosos organizados se passeiem e pavoneiem livremente. Portugal é já uma sociedade destruída, não se enganem, e o que se passa ao redor do futebol é somente sintoma disso.

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rematado às 11:41


Realmente Temos Pena, RTP

por Admirador do Isaías, em 15.02.17

Realmente Temos Pena, RTP, António Tadeia e companhia, Realmente Temos Pena.

 

Realmente Temos Pena que o Sport Lisboa e Benfica, maior clube Português e de dimensão mundial, tenha ganho.

 

Realmente Temos Pena que o Aubameyang tenha calçado as chuteiras ao contrário.

 

Realmente Temos Pena que o Mitroglou tenha sido desajeitado ao ponto de sacar um golo quase sem querer.

 

Realmente Temos Pena que o Ederson seja o melhor guarda redes a actuar num clube Português e que mais uma vez o tenha provado em campo.

 

Realmente Temos Pena, RTP, António Tadeia e companhia, de não ter sido possível vos oferecer o orgasmo que tanto procuraram o jogo todo, comentado injustamente, sempre em desfavor do clube Português com mais adeptos, aquele que vocês tanto odeiam.

 

Como tudo foi diferente no Euro, não foi? Aí, éramos todos Portugueses, não éramos?

 

E pensar que somos todos forçados a pagar esta imundice através das nossas contas da electricidade...

 

 

Notas sobre o jogo:

Adorei a primeira parte do Carrillo, sempre dentro do jogo, a pedir bola, com vontade, a tapar muito bem o seu espaço no flanco esquerdo mesmo quando a equipa não tinha tanta bola como costuma ter. Por mim, tinha ficado em campo quando entrou o Filipe Augusto (bom jogo que teve) e quem teria saído seria o Rafa.

 

Luisão quis de facto ter uma exibição que lhe permitisse celebrar a marca dos 500 jogos convenientemente e conseguiu. Tapou a sua falta de velocidade com posicionamento e espírito de comando. Foi fundamental no golo e o capitão sereno que precisámos ontem.

 

Ederson, Ederson... Oh Ederson... Tenho a impressão que até o Bento te fez uma vénia ontem, pá! Seguraste a equipa quando esta mais precisava. A serenidade deste rapaz a jogar a este nível é impressionante!

 

Lá será outro jogo, que teremos de batalhar epicamente para passar, mas por agora estamos em vantagem!

 

Força Benfica!

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rematado às 08:38


"Golinho gostoso!"

por Admirador do Isaías, em 06.02.17

Perante um Nacional em apuros, no Estádio da Luz, quaisquer que fossem as circunstâncias, a equipa do Benfica teria sempre a obrigação de vencer. Juntando a essa obrigação natural de "ser Benfica" os descalabros recentes e a tabela classificativa, a equipa estava obrigada a vencer e convencer.

 

Uma parte (e apenas uma parte, reafirme-se) daquilo que de mau aconteceu no Bonfim deveu-se à aparente falta de confiança na finalização. Ora, Jonas já estava a dever golos aos postes, aos guarda-redes adversários e, principalmente, a si mesmo. O primeiro, com um cabeceamento "como manda a lei", foi um alívio, mas no segundo, obtido com um remate em arco com o pé esquerdo, deu para ver a sua expressão de "golinho gostoso!".

 

Mitroglou também estava a dever e marcou logo na segunda oportunidade que teve. É um daqueles atacantes que só a presença em campo parece fazer os outros jogar, soltarem-se. Intimida e é um pedaço de gelo na decisão. Parece que nunca sorri, mas é um homem feliz com Jonas a seu lado - nota-se!

 

 

Em suma, 3 pontos, primeiro lugar e confiança reconquistada diante de um adversário que não colocou grandes problemas. Atenção que com o Arouca do Lito Vidigal há que jogar mais.

 

Que este impulso, esta revitalização, nos sirva para retomar o nosso melhor futebol.

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rematado às 07:59


Mitroglicerina!

por Admirador do Isaías, em 20.09.16

Era indispensável vencer esta difícil partida diante do Sporting de Braga, numa jornada em que os dois habituais concorrentes ao título de campeão perderam pontos e dado que o próprio Braga, que intromete-se na luta por vezes, perderia também pontos, consequentemente.

 

A equipa esteve muito bem. Mesmo quando pressionada, não se desmontou e manteve a cabeça e a estrutura táctica. Gostei de ver a espécie de losango mais firmado, sendo que no vértice direito precisa de jogar Pizzi (quando mudou de lado, perto do fim, notou-se diferença no seu movimento) em vez de Sálvio. Contudo, entendo que Rui Vitória queira recuperar o Toto o máximo possível e, para isso, precisa de jogar e sentir-se confiante.

 

Os laterais, que tem sido muito criticados pelo que tenho lido por aí, estiveram impressionantes. Grimaldo, digam o que disserem, tem um cultura posicional madura e consciente. Depois oferece uma velocidade e técnica ao jogo que Eliseu não consegue dar.

Nélson Semedo fez o seu melhor jogo desta época, nunca comprometendo e saindo bem para o ataque, mostrando que o que é preciso é que a aposta seja firme e não uma questão de ocasião.

 

André Horta tentou encher o campo e esteve muito bem, sendo que deve aprender a dosear o seu esforço, pois acabou fatigado cedo demais. Guedes esteve bem, lutador e abnegado, mas falta-lhe alguma clarividência por vezes.

Fejsa é... Fejsa, indispensável. Nem se dá por ele de tão importante que é para o equilíbrio.

 

Os centrais saíram com pouco a apontar e Júlio César mostra que ainda "existe", que não é fama. Seria tão fácil para este senhor do futebol vir para Lisboa gozar um fim de carreira tranquilo, mas não é disso que o um campeão é feito. Parece trabalhar agora como quando começou.

 

Quem, no entanto, desbloqueou o jogo e serviu de farol ao golo foi Mitroglou. A intimidação que os centrais do Braga sentem com a sua presença não é de descurar, mas ele nunca complicou. Jogou de primeira, rematou de primeira, guardou a bola quando preciso - foi um autêntico pilar que sustentou o jogo ofensivo Benfiquista! E aquela bomba enroscada... teria sido tão fácil acertar "nas orelhas da bola" e aquele lance ter acabado na bancada! Saiu Mitroglicerina que nem um inspirado Marafona conseguiu suster!

 

Análise Eu Visto de Vermelho e Branco

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rematado às 09:29


O ataque será a melhor defesa do título

por Admirador do Isaías, em 08.08.16

A Supertaça é o primeiro troféu da época, apesar de se desenrolar cedo de mais na época para que se perceba o que aí vem com garantia. Consegue ver-se quem está melhor naquela fase, poderá prever-se o potencial, mas a época será longa e difícil de prever.

 

Posto isto, a verdade é que ontem se verificou que o Benfica 2016/17 de Rui Vitória será tão ou mais atacante que o de 2015/16.

Por um lado, tem a coesão de quem joga junto há bastante tempo: Pizzi dá à equipa um jogo central que nenhum outro extremo do plantel tem para dar e complementa Jonas de olhos fechados, enquanto Mitroglou, apesar de ontem me parecer mal fisicamente, percebe o que tem de fazer para que Jonas se solte. Ah! E habemus Júlio César! Que exibição do nosso guarda-redes!

Por outro, tem qualidade nos reforços: Cervi é craque, fazendo lembrar o melhor Saviola, e ganhou confiança com o seu primeiro golo. André Horta começa a entender melhor a sua função e a desempenhá-la bem, libertando-se da comparação com Sanches. Grimaldo dá muito mais técnica à equipa que Eliseu, perdendo na componente física para o seu colega de posição.

Parece-me, no entanto (e se ficar no plantel), que Jardel deverá jogar por Luisão. O capitão é importante psicologicamente, mas obriga a que Lindelöf corra por dois e esteja sempre na dobra. Jardel é, nesta fase da carreira, uma melhor solução... se ficar no plantel.

 

De qualquer modo, verifica-se que a melhor defesa ao título que o Benfica poderá aplicar estará no ataque. Afinal, se se conseguir fazer dois a três golos por jogo, dificilmente não se conquistarão três pontos. Há muito a melhorar defensivamente, mas penso que isso virá com tempo, sinceramente.

 

Venha lá o Tondela!

 

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rematado às 08:55


5 para o 35

por Admirador do Isaías, em 11.04.16

Foi mais um fim de tarde de sofrimento, com o onze necessário para alcançar a vitória em mais uma das finais que nos afastam do tão desejado (e tão improvável, há uns meses) TRI.

 

A Académica fechou-se bem no início e beneficiou de um golo que lhes caíu do nada, num corte curto de Eliseu, mas, principalmente, numa ausência de marcação à zona da segunda bola por parte de Samaris e Renato. Com natural superioridade, o Benfica pressionou e empurrou o seu adversário, criando perigo e tentando desbloquear a defesa adversária. Mitroglou cabeceou com classe para o empate e Pizzi teve a um toquezinho de distância de virar o resultado ainda no primeiro tempo.

 

Na segunda parte, a Académica mostrou porque defendo que a Primeira Liga Portuguesa não deve ter mais que 10 ou 12 equipas no máximo: anti-jogo, anti-jogo e mais anti-jogo. Nada tenho contra jogar com o relógio com bola, trocar, tentar gerir linhas e as zonas onde o adversário pode jogar. Agora, aquilo que assistimos da Académica, e que já tínhamos assistido do Boavista, é do mais reles anti-jogo: fingir lesões e procurar o conflito pela provocação. Equipas que jogam assim não pertencem à elite do futebol Português - isto se realmente quisermos uma Primeira Liga que represente o que de melhor temos no nosso nível de futebol.

 

Apesar dessa postura, fez-se justiça em Coimbra como no Bessa. Desta feita foi Jiménez, com um golo de classe, a colocar-nos a 5 jogos do tão querido 35!

Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.

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rematado às 09:50




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