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Jonas à campeão!

por Ao Colinho do Isaías, em 20.03.16

Mesmo quase de saída para uma semaninha de férias, dou-me tempo para vir aqui deixar a minha homenagem a este conjunto de jogadores que, mesmo num jogo muito complicado, conseguiram manter o seu espírito "à Benfica".

 

O Boavista não merece este escalão, tal a choraminguice aliada à provocação. Tiveram o castigo merecido hoje e, pessoalmente, ficaria satisfeito que tivessem o castigo que merecem em Maio.

 

E aquele golo? Um jogador normal tinha colocado aquela bola na bancada. O Jonas não.

 

Fica o repto:

Jonas à campeão, Boavista na segunda divisão!

Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.

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rematado às 21:26


Grande Petit sem hipótese

por Ao Colinho do Isaías, em 15.03.16

Quanto mais distantes ficam da salvação, mais os jogadores do Tondela entram em descrença. O grupo de jogadores não está ao nível da I Liga, é certo, mas com certeza que os verão produzir mais, logo que o veredicto esteja lançado e seja matematicamente impossível escapar à descida. Questões de arcaboiço emocional.

 

O nosso grande Petit, cuja saída extemporânea do Boavista é para mim ainda um mistério, veio agarrar um projecto sem pernas para andar ou, pelo menos, só podendo andar com pernas que não estas.

 

O Benfica não necessitou de se empenhar para vencer confortavelmente, pese os amarelos desnecessários de Jardel e Mitroglou (se bem que não me convenço que o do Grego não fosse propositado, pensando em "limpar" no Bessa). Jonas acrescentou mais dois à sua conta e só não será o melhor marcador este ano se for permitido ao Slimani passar a marcá-los com os cotovelos... e mesmo assim...

 

Mantivemos a liderança e ultrapassámos mais uma barreira. Juntos até ao fim, altura em que se farão as contas a esta interessante e completamente atípica época.

Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.

NOTA: Quanto às insinuações de Inácio acerca de Júlio César, enfim... só espero que os assalariados ao serviço de Bruno de Carvalho se mantenham nessa toada "peixeira". É que mesmo que fosse verdade, acabaram por unir ainda mais, como as declarações de Jorge Jesus já o tinham feito em relação a Rui Vitória. Pelo "peixe" lhes morre a boca - já ninguém os levará a sério quando se tratar de algo mesmo sério e grave.

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rematado às 13:52


O prejuízo do beneficiado ou o benefício do prejudicado?

por Ao Colinho do Isaías, em 23.02.16

Como seria de esperar, muitos foram os que quiseram justificar a vitória clara do Benfica no Estádio Mata Real com o penalty ao cair do pano da primeira parte. Devo começar por dizer que, sendo um lance duvidoso - que é - me parece haver falta. Ainda assim, aceitaria que não fosse marcada, ao contrário de um outro de que ninguém fala, ao minuto 49, também sobre o Jonas, quando ele tocou a bola por cima e andava para trás. Como este (Jorge Ferreira) foi o mesmo árbitro que, noutros tempos de penúria há uns meses atrás, ia dando um empate ao Moreirense na Luz, com um golo em claro fora-de-jogo, como ficamos afinal?

Será o prejuízo do beneficiado ou o beneficio do prejudicado?

Nem uma coisa nem outra.

O Paços bateu-se bem, mas o Benfica foi superior. Foi superior na criação de lances de perigo, foi superior na concretização e foi superior tacticamente. Nada a apontar à estratégia do Paços, bem montada e organizada, explorando bem os momentos das transições em que o Benfica se revela mais vulnerável (grande golo de Diogo Jota, espero que vista o manto sagrado em breve!). Agora, não me venham com tretas sobre o penalty (que, admitindo ser duvidoso, penso ter existido) quando eu não reclamo nem reclamei o penalty no início da partida contra o Sporting na Luz, por exemplo, pois quem joga para ser campeão não pode se exibir de forma tão frágil perante um rival e reclamar um penalty num jogo que terminou 0-3.

O Benfica venceria este jogo: essa determinação na equipa e diferença de valor foi evidente. Diogo Jota foi o único que verdadeiramente mexeu com o jogo do Paços de Ferreira.

Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.

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rematado às 09:23


Jonas foi ao zénite cabecear

por Ao Colinho do Isaías, em 17.02.16

zé·ni·te
(árabe samt, caminho, direcção, ponto no horizonte)
substantivo masculino
1. [Astronomia]  Ponto da esfera celeste que se encontra na direcção da vertical ascendente ao ponto de observação.
2. Em sentido menos rigoroso, parte do céu sobre a cabeça do observador.
3. [Figurado]  Ponto mais elevado a que se pode chegar.

 

Havia um claro nervoso miudinho nos nossos jogadores, um sentimento de dúvida pela derrota sexta-feira. Sentiu-se isso nos momentos de decisão, na falta de calma e discernimento nos momentos essenciais de cada lance.

Este Zenit apresentou-se com uma estratégia muito limitada, especialmente na transição ofensiva. Limitou-se ao passe para o ala disponível (em grande parte das vezes, Hulk) para este transportar a bola e procurar um desenlace ou tentar servir de imediato algum companheiro que corresse em profundidade. Esta previsibilidade deu-nos, em grande parte do jogo, um descanso defensivo que, não fosse o tal nervosismo, teria permitido o conforto de pelo menos mais um golo de vantagem na eliminatória.

No entanto, há que valorizar, uma vez mais, a crença até ao fim. Jonas foi mesmo ao zénite do céu procurar aquela bola para a levar ao coração de todos os Benfiquistas. Pena que hajam alguns que não entendam a grandeza deste goleador e ponham em causa a sua presença em campo. Deixam-se levar pelas opiniões de "pseudos", com certeza...

Esta vitória foi FUNDAMENTAL para o resto da época, aconteça o que acontecer na Rússia - isto porque reabre as portas da confiança anterior para a deslocação a Paços, isto é, limpa, mentalmente, o enguiço da derrota recente.

Carrega Benfica!

Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.


Nota: Absolutamente vergonhosa a análise e comentários a esta partida na RTP 1, no pós-jogo. Desde verem uma suposta falta de Jardel no lance do golo (ridículo, só mesmo vindo de alguma mente ressabiada) até quase deixarem o desejo, nas entrevistas aos jogadores e treinador do Zenit que a equipa Russa elimine o Benfica. Uma vergonha, em especial por se tratar de um canal público!

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rematado às 08:02


Assim, não dás hipótese, Benfica!

por Ao Colinho do Isaías, em 25.01.16

Uma exibição muito bem conseguida, empurrada por uma entrada "à Benfica", arrumando o adversário com dois golpes sucessivos, que possibilitaram a tranquilidade.

Alguns de vós conhecem a admiração que tenho pelas equipas preparadas por Lito Vidigal e o Arouca que se apresentou não foi excepção: teve vontade alcançar mais. Só que deparou-se com o melhor Benfica de Rui Vitória, aquele que progride no terreno em apoio e que reage com pressão apoiada quando perde a bola.

A jogar assim, não dás hipótese, Benfica!

 Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.

 

PS: Desvalorizo por completo o episódio Jonas / Mitroglou. O grego já tinha desperdiçado três golos cantados e o seu colega de ataque estava chateado com ele por não meter a bola na baliza e acabar com o jogo. Nada de mais, nenhum drama, nem qualquer toque de vedeta. Existe sim um atleta que renasceu no Benfica e que lhe quer dar o melhor que tem de si. Mitroglou é um grande jogador, que eu quero ver a definitivo no Benfica, mas só tem a aprender com o veterano Brasileiro.

 

PS 2: Não se pode no entanto desvalorizar ou ignorar o que se passou no topo Sul da Luz. Há que resolver o problema de vez, tendo em conta a espada que paira sobre a cabeça Benfiquista no que concerne ao comportamento dos seus adeptos que era, historicamente, exemplar até à década de 90.

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rematado às 12:51


Ano Novo, Vida Nova

por Ao Colinho do Isaías, em 11.01.16

Regressado de férias, volto assim aos comentários acerca do nosso Benfica.

Depois da sofrível estreia na Taça da Liga, houve Guimarães, houve Marítimo e, agora, Nacional em mais um truque de nevoeiro da Choupana. Verdade seja dita que, seja pelo ano novo, seja pela forma feliz como se obteve a vitória em Guimarães, seja mesmo pelas infelizes tiradas do treinador do Sporting que atiraram, finalmente, Rui Vitória para a ribalta comunicativa, vemos nesta fase uma equipa que tem alegria de jogar e que, parece, já gosta de jogar para o seu novo treinador. Isso colmata imensas lacunas, sem dúvida.

Ainda hoje, após a forma ridícula como sofremos o empate, a equipa não desmontou, mostrou vontade e confiança e chegou com naturalidade a um resultado confortável, numa deslocação tradicionalmente difícil, ainda por cima num relvado inacreditável para uma Primeira Liga. Grande Jonas, sim, mas enorme entreajuda de todos os jogadores, actuando como uma equipa, mesmo nos momentos negativos.

 

Aguardamos as cenas dos próximos capítulos, mas esta sequência essencial deixa-nos a quatro pontos do primeiro lugar (que na realidade são cinco), com uma segunda volta inteira por jogar. No mínimo, o que se pede é que esta equipa, treinador incluído, honre «agora os ases que nos honraram no passado».

Força Benfica!

 

Leia uma análise mais factual à partida, por Eu visto de Vermelho e Branco, aqui.

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rematado às 14:09


Taça da Liga Inatel

por Ao Colinho do Isaías, em 30.12.15

Com 90 minutos de futebol jogado ao nível da honorável amadora Liga Inatel (o que não é nada fácil, tendo em conta a qualidade dos intervenientes), o Sport Lisboa e Benfica lá conseguiu arrancar a vitória, uma vez mais, à laia da "chouriçada" de Rui Vitória - e mesmo assim tiveram de entrar Renato (que está já a sentir a pressão de andar a apanhar bonés no meio campo, sem haver qualquer ligação estratégica e táctica), Jonas (que anda ali a tentar dar um toquezinho de classe na equipa) e Jiménez (que tem presença e vontade de correr sempre atrás da bola).

 

Manuel Machado, cuja equipa de SUPLENTES quase humilhou o Benfica na Luz ontem, não fossem Ederson, Lisandro e alguma fortuna, viu a sua equipa jogar a um nível superior e comentou aguçadamente acerca da actual baixa exigência Benfiquista, na flash interview. Tem toda a razão. Infelizmente, um dos produtos da BTV tem sido, ao invés do zelo pelo Benfiquismo (que inclui a exigência e a transparência como valores), a protecção à estrutura de poder que do clube se alimenta. O Benfica também pode ser uma empresa, mas não é uma empresa no seu âmago: é um CLUBE de FUTEBOL e, historicamente, do melhor FUTEBOL do país, da Europa e do Mundo. Quem não entende isto, não entende o Benfica, lamento!

As palavras do treinador do Nacional (que não se limitaram à flash interview nem tão pouco à qualidade do futebol do Glorioso) perfuraram de tal modo a máscara de luzes e ruído que fez com que os primeiros comentários do profundamente nojento Pedro Guerra (figura de prôa da propaganda da estrutura), na BTV, claro, fossem proferidas no sentido de menorizar o que havia sido dito, tendo potencial para tocar no verdadeiro Benfiquismo. Manuel Machado é um cromo, sem dúvida, mas diz o que pensa. Pedro Guerra não tem autoridade moral para sequer proferir uma palavra em nome do Sport Lisboa e Benfica. Só que a culpa não é dele.

 

Se não queres moscas em casa, limpa a merda.

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rematado às 09:14


E dos três, dois já cá cantam

por Ao Colinho do Isaías, em 28.09.15

A derrota no Dragão por 1-0 na jornada anterior, tinha deixado o Benfica a quatro pontos, impulsionando o FC Porto para a liderança. Uma semana depois, desses três pontos perdidos no Dragão, dois já cá cantam, recuperados. Os Portistas não foram além de um empate com o Moreirense (continuando a não mostrar evolução exibicional), enquanto que o nosso Sport Lisboa e Benfica bateu o Paços de Ferreira por 3-0. Como bónus, tivemos um Sporting também com pouca ou nenhuma evolução a empatar no Bessa.

Quanto ao nosso jogo, grandes, enormes 15 minutos iniciais. Dinâmica, pressão, sufoco mesmo - um pouco tiro ao boneco, só que a bola teimava em não entrar, e, se tivesse entrado, de certeza teríamos goleada por outros número ainda mais expressivos. A bola não entrou e o Paços foi equilibrando as ocorrências. Acertou as marcações, subiu em bloco, ocupou o espaço entre linhas, povoando-o muito organizadamente e roubou a bola ao Benfica. Com isto, criou perigo constante, ameaçando sempre com intento a abertura do marcador. Ainda assim, o Benfica, submetido que foi a esta pressão, não vacilou, defendeu com critério, concentração e organização. O que pensei nesta fase do jogo foi: "Se este jogo tivesse sido há umas três ou quatro jornadas atrás, perderíamos, provavelmente". Só que a evolução nos processos nota-se e, após aguentar a pressão de uma equipa bem organizada e com um plano de jogo que não se limitou ao aspecto defensivo (palmas ao Paços e ao seu treinador), apareceu o artilheiro deste nosso Glorioso, o homem que nos deslumbra com a sua capacidade de finalização. Precisou de meia oportunidade e fez um golo brilhante.

Após o intervalo, a equipa do Paços quis voltar ao jogo, mas o Benfica não deixou. Só que o segundo golo não chegava e, por isso, a dúvida quanto à conquista dos pontos permanecia. O Paços não desarmava, mas o Benfica não permitiu, nessa fase, demasiadas facilidades.
O surgimento do segundo golo, finalmente, veio acalmar o jogo e permitir a gestão. Gaitán descobriu Guedes à entrada da área e este, com sorte, conseguiu marcar o seu primeiro golo oficial pelo Benfica.

Foi o mesmo Guedes que mostrou ter afinal mais capacidade para jogo colectivo: dominou em boa posição ao segundo poste e tocou para trás, para Jonas finalizar o 3-0.


Em suma, temos uma equipa cada vez mais coesa e segura de si. Vê-se notória evolução nos processos e nas transições, apesar de haver ainda muito trabalho pela frente. E André Almeida dá uma segurança ao meio campo Glorioso que o torna, para já, essencial a meu ver!
É claro que há muito campeonato pela frente e tudo pode mudar, mas enquanto se verificar esta evolução, o Campeão voltou!

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rematado às 09:17


Objectivo mínimo cumprido

por Ao Colinho do Isaías, em 16.09.15

Vencer o estreante Astana na primeira jornada da Champions, em casa, era o objectivo mínimo exigível ao Sport Lisboa e Benfica - e foi cumprido. Não foi uma exibição deslumbrante, mas não foi tão fraca como tenho lido por aí na blogosfera Gloriosa. Há muito ainda a melhorar, mas já muito foi melhorado também. Este adversário apresentou-se com a lição bem estudada e requereu uma mexida táctica que foi bem implementada ao intervalo por Rui Vitória.

A dinâmica ofensiva viu-se, a espaços, na primeira parte, mas, não concretizando o primeiro golo, o Benfica permitiu que o adversário adormecesse o jogo inteligentemente. Jonas não foi tão mortífero hoje como é costume (não pode ser sempre, infelizmente!) e isso foi intranquilizando a equipa.

Com a alteração na segunda parte, particularmente Samaris a descair evidentemente para a posição de lateral direito, tapando e encorajando as investidas de Nélson Semedo e permitindo que Gonçalo Guedes investisse mais em tabelas e jogo interior. Guedes não esteve a bom nível ainda, ao contrário do Nélson - sim revela inexperiência, mas também uma vontade enorme e uma capacidade de dar pulmão ao jogo fora-de-série: o melhor critério virá com o tempo, acredito.
Só que não foi só desse lado que ocorreu a diferença táctica para a segunda parte: Mitroglou passou a ter ordens para procurar mais os espaços na ala esquerda, libertando Gaitán para o jogo livre e criativo, contando com as subidas de Eliseu, para os apoios. Foi precisamente daí que nasceu o desbloqueio do jogo: tabela rápida com Mitroglou a transportar o defesa, abrindo a brecha para que Gaitán, na sua classe imensa, fizesse o resto. O um a zero, depois do susto que o Astana pregou logo no início da segunda parte, com uma bola ao poste perante a desconcentração de Jardel, trazia então a tranquilidade para partir para cima do adversário e matar o jogo.

Outra vez pelo lado esquerdo, contando com o apoio de Eliseu naquela ala, nasceu o segundo golo: lance de desequilíbrio puxando o lateral esquerdo do Astana, lançando Eliseu isolado que, tendo pelo menos duas escolhas (Jonas e Mitroglou), escolheu a mais visível e deixou o grego fazer o dois a zero.

Defensivamente não houve muito trabalho, mas notou-se ainda alguma fragilidade, pelo que há ainda muito a melhorar, mas o objectivo mínimo exigível para este primeiro jogo na Liga dos Campeões foi cumprido.

 

Quanto ao jogo jogado, continua a não estar tudo bem nem tudo mal, mas nota-se que há uma evolução sustentada e começa a perceber-se que Rui Vitória sabe, pelo menos, ler o jogo e emendar.
Uma coisa é certa: Gaitán é de outro mundo. Faz-me sentir como se tivessemos ali um Messi que ninguém mais conhece. Espero que seja possível, mesmo que improvável, mantê-lo até ao final da época, pelo menos!

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rematado às 08:54


Meia Dúzia!

por Ao Colinho do Isaías, em 14.09.15

Não é por ter sido meia dúzia que agora passou a estar tudo bem, mas sem dúvida alguma que o Benfica que defrontou, na sexta-feira, o Belenenses, foi outro distinto e que ainda só tinha aparecido durante 15 minutunhos perante o Estoril.

O golo cedo ajudou, com certeza. A confiança de estar à frente libertou os jogadores para uma exibição magnífica. Parece-me também que os jogadores estão agora mais "disponíveis" fisicamente. Defensivamente não houve qualquer margem para que os azuis do Restelo pudessem espreitar a baliza de Júlio César.

O posicionamento e interajuda no processo defensivo foram quase perfeitos: Os laterais já fecham interiormente (Eliseu ainda é muitas vezes apanhado a defender por fora e parece não conseguir corrigir), Samaris foi uma rolha no meio campo, mantendo a defesa impermeável, Luisão voltou a ser comandante com o imediato Jardel a seu lado.

O processo ofensivo também já teve o jogo interior em sucessão rápida de passes que parte as defesas contrárias. Assim sim. O primeiro golo foi fruto de uma movimentação de Jonas "à Lima", que cruzou para Kostas "Tacuara" Mitrogolo finalizar como se fosse Paraguaio desde pequenino (se alguma vez foi pequeno!). Foi um cruzamento com critério, criando a movimentação o espaço entre os dois centrais que o Grego usou para facilmente ganhar o lance a Tonel. A partir daí, viu-se o rolo compressor. Rápidos na bola recuperada, intensos nos passes, no querer marcar mais, na gestão defensiva feita em ataque continuado. Os outros golos foram surgindo naturalmente, as falhas defensivas inevitáveis para quem é exposto a tamanha pressão.

A história desta partida conta-se pelos golos e pelas ocasiões que não entraram para o Benfica. O Belenenses não fez mais porque o Benfica não deixou. Jonas foi o goleador do costume, sempre frio e certinho na finalização, Gaitán deslumbrou e até Talisca voltou aos petardos.


Se isto foi fruto do trabalho de Rui Vitória, então, desta vez, conta com o meu aplauso imenso. Há que manter este caminho agora! Muito do que acusei, vi corrigido, mas um jogo não basta. No Benfica, só todos os jogos contam!

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rematado às 10:49




Ao Colinho do Isaías

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