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Primeira Liga



O Coração de Luz...

por Ao Colinho do Isaías, em 07.04.18

...que se recusa a ceder - O Fogo Sagrado que nos levará de volta a Casa!

 

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rematado às 23:32


O ponto do Marquês

por Ao Colinho do Isaías, em 30.01.18

Dos inumeráveis tipos de Benfiquistas, destaco neste momento dois:

 

- Os "Exigentes", que não perdem uma oportunidade para cantar a todos os ventos o quanto têm razão na sua incessante "crítica" e apreciações aparentemente infalíveis, para quem o mais importante e relevante é eles terem razão (aproveito para fazer notar que o actual Presidente do Sporting Clube de Portugal pertencia a este grupo equivalente no clube nosso rival).

 

- Os "Presentes", que, apesar de tudo que se passou dentro e fora das quatro linhas, se aperceberam que aquele golo de livre do Jonas, no último suspiro depois de ter falhado o penalty, aquele pressing desorganizado já no final após ter sofrido um golo injusto, aquela ausência de festejo no empate, a recuperação de um ponto quando tudo parecia perdido, representam o ponto de encontro com Krovinovic. Este foi o ponto do Marquês.

 

«Vemo-nos no Marquês»

 

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

 

- Vinícius de Moraes, "Soneto da Fidelidade"

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rematado às 12:56


Passo a passo

por Ao Colinho do Isaías, em 06.11.17

Três pontos em zona de guerra conquistados sem espinhas. Passo a passo.

 

Mesmo defrontando mais que o futebol, mais que as outras equipas, mais que uma coligação de clubes que continua a acusar os outros daquilo que beneficia. Passo a passo.

 

Eu mantenho um silêncio de respeito, que poderá ser desfeito mais à frente.

Os meus posts têm sido e serão, por isso, parcos de palavras, mas recheados de significado.

 

Contra tudo e todos, passo a passo.

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rematado às 10:28


Não mudo uma vírgula

por Ao Colinho do Isaías, em 01.11.17

Mantenho o silêncio quanto aos jogos da equipa, por respeito e crença absolutos.

Já aqui defendi a minha opinião e mantenho-a: não mudo uma vírgula.

 

É com este treinador, Rui Vitória, que manteremos o sucesso.

Estou orgulhoso dele e da equipa, mesmo sabendo que alguns elementos estão em sub-rendimento.

Peças que possam melhorar esta equipa estão já na equipa B.

 

Ponto.

 

O Shadows afirma que o Rui Vitória perdeu a massa associativa.

Bom, eu sou sócio e estou com ele em absoluta confiança.

Não sou muito gordo, não tenho muita "massa", mas faço parte da parte "associativa".

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rematado às 08:22


Sugestão

por Ao Colinho do Isaías, em 17.09.17

Triste mas sem exageros que seriam naturais, prefiro não escrever acerca do jogo do Bessa, onde assisti a excelentes 20/30 minutos da nossa equipa, para depois se desmontar física e mentalmente. Só que há que trabalhar mais e parece que não há preparação física para isso neste momento.

 

Prefiro, assim, deixar aqui um curto pensamento, uma sugestão.

 

Heriberto, Willock e Alex Pinto são parte da solução para esta época.

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rematado às 11:48


Alerta Vermelho

por Ao Colinho do Isaías, em 08.09.17

Ainda estou com o coração nas mãos.

 

Alerta Vermelho para uma equipa Tetra-Campeã do Sport Lisboa e Benfica, que não pode se deixar levar emocionalmente por uma equipa bem organizada como a do Portimonense. Não pode haver outra exibição assim esta época, muito menos na Luz.

 

Faltou inspiração, atitude e calma. Existiu Estrela.

Grato Quarto Anel pelos Três Pontos.

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rematado às 22:56


Os diversos Benficas do Glorioso

por Ao Colinho do Isaías, em 02.09.17

Acompanho, conforme o meu tempo me permite, o blogue Novo Geração Benfica, por ter como autores pessoas que são apaixonados Benfiquistas, com opiniões tão díspares quanto o alcance das asas bem abertas da Águia no símbolo do Glorioso.

 

Algo me aconteceu, pessoalmente (e que não revelarei aqui), há dois anos, com a conquista do Tri, que fez a minha postura perante o Benfica actual alterar-se. Como entendo, em primeira mão, a profundidade das preocupações de alguns dos Benfiquistas que escrevem nesse blogue (bem como noutros, diga-se), decido agora escrever algo breve sobre essa visão do Benfica e de como o clube é gerido actualmente, que tenho uns minutos antes da Supertaça de Futsal.

 

A questão é que não foi o Benfica que mudou desde os saudosos tempos do Eusébio, do Coluna e de toda aquela constelação Mística. Foi o mundo. Aliás, o mundo Português começou a mudar com atraso, só em 1974, quando noutros países essa mudança já se tinha feito sentir. Não estou a classificar essa mudança como "boa" ou "má", pois isso não é conversa para aqui chamada. O facto é que o mundo em si mudou drástica e repentinamente nos últimos 50 anos e para uma significativa fatia dos Benfiquistas essa mudança, em particular após a depressão dos 1990's e 2000's, não foi possível de assimilar devidamente. A posição de Portugal no mundo alterou da noite para o dia, a sua importância económica e estratégica também. A descolonização secou o principal viveiro de talento do Sport Lisboa e Benfica, tanto ou mais do que quando surgiram o Casa Pia Atlético Clube e o Clube de Futebol "Os Belenenses" nos anos 20. No entanto, só em 1979 é que o Benfica se começou a adaptar a uma realidade cada vez mais evidente: que o futebol iria deixar de ser um desporto e passaria a ser um negócio, tão competitivo e desleal como os outros negócios todos.

 

Hoje vive-se na época dos 200 e tal milhões do Neymar, com dinheiro do petróleo, precedente aberto pelo magnata Russo do Chelsea e, por isso, o peso do Benfica no mundo de futebol, ainda que mágico na capacidade que tem de chegar a todos os cantos do mundo, é muito inferior do que era há 50 anos.

 

Ao fim deste tempo todo, o Benfica vive agora uma nova página da sua História, imerso num mundo cada vez mais incivilizado, sediado num país cada vez mais desprovido do seu carácter, do seu amor-próprio e da sua força estratégica - num país cada vez mais ajoelhado às forças de um Império que, ao contrário de Roma, não se manifesta com estandartes nem com armas.

 

No futebol dentro do campo, o empate com o Rio Ave (que até nem foi nenhum resultado desastroso, porque o Rio Ave é, neste momento, o 4º clube do futebol Português a nível estrutural, na minha opinião) trouxe à tona as inseguranças todas que parte dos Benfiquistas tem sempre perto de si, como aquela fotografia do momento que queremos esquecer, mas que guardamos no álbum mais precioso. Passámos a ter que refazer o plantel de alto a baixo, porque temos de ganhar os jogos todos - comparando com um tempo em que os clubes periféricos mal tinham campo de treinos, quanto mais equipa para se bater com o profissionalismo que o Benfica já evidenciava nos 60's. Empatámos este e perderemos mais pontos noutros jogos. Os grandes já não jogam sozinhos. Mais a mais, o Benfica já não é visto como grande na UEFA, a par por exemplo, de um Chelsea, devido à sua posição. O Histórico serve os puros e os românticos, mas a UEFA e os parasitas que gravitam à volta do futebol não querem saber disso, apenas do poder.

 

Colocado num mundo assim, quem neste momento traçou um Sport Lisboa e Benfica com este tipo de gestão adaptou-se aos parasitas (mesmo que se opine que o faça por simpatia com eles) por forma a adaptar o clube ao que aqui está e ao que aí vem. Para isso, Rui Vitória é o homem certo - pela sua inteligência, postura, visão e capacidade de gestão pessoal - e, por consequência, também o é o mercador Luís Filipe Vieira.

 

Da mesma forma que o Sport Lisboa e Benfica teria ficado pelo caminho se a ideologia pura de Cosme Damião (um dos originais Benfiquistas) tivesse vencido a adaptativa de Ribeiro dos Reis, também o Benfica ideológico que nos deixa saudades lá atrás seria um farol apagado sem esta mudança no mundo material.

 

Afinal, o "Espírito" do Glorioso (esse sempre puro) necessita de um "Corpo" forte para residir e continuar a Iluminar-nos à transcendência que todos procuramos, em cada jogo, nos relvados pelo mundo fora onde saltitam as papoilas berrantes que nos apaixonam profundamente.

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rematado às 13:52


Um espectáculo!

por Ao Colinho do Isaías, em 21.08.17

Pouco tempo esta semana para escrever aqui acerca da jornada, mas não quero deixar passar a oportunidade de congratular a equipa do Benfica por um verdadeiro e cheio show de bola no Sábado frente ao Belenenses.

 

 

TODA a equipa esteve incrível. Jonas, Pizzi, Filipe Augusto (nem se sentiu a falta de Fejsa), Salvio, Cervi (sempre um descanso este trabalhador incansável), Seferovic, Jardel (a cada jogo que passa, cada vez mais o jogador do Tri), Raúl (é sempre a partir com ele, não há bola perdida), Bruno Varela (cada vez mais seguro no seu lugar). Ainda deu para ver Rui Vitória lançar Martin Chrien, que demonstrou bons detalhes. Um verdadeiro espectáculo!

 

Agora, foco total no Rio Ave, deslocação sempre difícil para defrontar um dos poucos clubes em Portugal que têm realizado um esforço de base para crescer com sustentação no futebol Português.

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rematado às 15:52


Medicina alternativa: Seferovix

por Ao Colinho do Isaías, em 15.08.17

Seferovix:
em cápsulas ou gel, eficaz para as cãibras de esforço e as lesões frequentes.
Uma só aplicação é suficiente para curar uma equipa inteira.

 

Ironia à parte, tenho de dizer que fiquei desiludido com o público de Chaves. É que uma coisa, salutar, é apoiar a equipa da sua terra com convicção. Outra é assobiar o adversário. Sendo, na ocasião, o seu adversário o Benfica, que nunca desrespeitou o Chaves, é uma atitude incompreensível, por um lado, e bacoca por outro. De tal forma que acabou com a justiça devida.

 

Foi um bom jogo táctico, mas no qual os desequilibradores do Benfica, devido à massa de jogadores da equipa de Rui Castro (estranha opção para um treinador que no ano passado tinha o Rio Ave a trocar a bola com futebol positivo) não se conseguiram evidenciar. Havia sempre mais uma perna no caminho do golo ou do derradeiro passe. Ou um poste, como no remate de Jonas.

 

As mudanças no Chaves, colocando-o ainda mais defensivo, acabaram por atabalhoar a organização e o Benfica, que entretanto coloca Raúl e Rafa, começa a criar cada vez mais perigo, com uma pressão crescente. Cantos atrás de cantos, passes em profundidade, passes laterais à procura do cruzamento.

 

Foi nessa fase, em que os jogadores do Chaves já faziam um anti-jogo que não conheci no Rio Ave do ano passado, que Pizzi coloca a bola na profundidade lateral, Rafa, fresquinho, alcança-a para um cruzamento rasteiro perto da linha e Seferovic inventa um toque quase de calcanhar, para fazer uma "rabeta" ao guarda-redes e batê-lo, por fim.

 

Estava dada a vitória a quem a mereceu, a quem trabalhou e soube ser prático quando a magia não tinha espaço. O Chaves, equipa que têm condições para crescer, deve evitar os erros de outros e focar-se no apoio próprio e não a gerar inimizades onde elas não têm lugar... a não ser que agora Chaves seja um novo baluarte da visão Norte-Sul com mais de 30 anos, instaurada por Pinto da Costa? Acho que não é, mas fica o alerta. Para crescer há que ser Grande à partida e este tipo de comportamentos são pequenos.

 

PS: Jardel a ganhar forma...

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rematado às 08:25


Cumprida a primeira etapa de ciclo difícil

por Ao Colinho do Isaías, em 10.08.17

Sem ter sido uma entrada tão intensa como na Supertaça (também porque o adversário não deixou), o Benfica mostrou os seus pergaminhos de Tetra-Campeão. Foi uma primeira parte em que, após ter marcado o inaugural por Seferovic (mas 3/4 de golo é do Jonas) e o 2-0 por Jonas, que aproveitou a oferta do central contrário para mostrar arte na concretização, podia perfeitamente ter se encontrado a golear a equipa Bracarense. Contudo, quem não marca arrisca-se a sofrer e o golo do Braga perto do intervalo (desconcentração e lentidão inaceitáveis de Jardel, atenuadas pela falta de ritmo nesta fase, e uma mancha pouco sólida de Varela - atira-te com o torso e os braços à bola, não com os pés, miúdo!) podia ter relançado o jogo. Um penalty que ficou por assinalar sobre Jardel mesmo ao cair do pano podia ter dado essa tranquilidade bem mais cedo. Aqui o video-árbitro não se manifestou.

 

 

Só que o Benfica nunca perdeu o seu foco. Entrou na segunda parte com a mesma determinação ofensiva que lhe fizera chegar ao 2-0 antes. Num lance de Cervi (que é um CRAQUE, um descanso para qualquer treinador, tão bem que ataca e defende, sem nunca desistir de um lance), Salvio empurrou e recolocou a vantagem de dois golos.

 

Surge depois o lance da polémica do lado do Braga. Seferovic parece, a olho nu, estar a colocar em jogo Ricardo Horta. À primeira, pareceu-me, também, que não estava fora-de-jogo. Precisei de, à vontade, dezenas de repetições para pausar no ângulo em que se vê Seferovic e Horta ao mesmo tempo no plano. Aí, nota-se que está, de facto, ligeiramente adiantado (mais ou menos tanto como o Hassan no golo bem anulado anterior). Honestamente, não sei se foi capacidade do fiscal de linha ou um golpe de vista que correu bem. A verdade é que o video-árbitro concordou com a decisão, por ter tido a oportunidade que eu tive: a de rever o lance de vários ângulos, várias vezes. Bem decidido, afinal, após as dúvidas iniciais.

slb - scb - offside.PNG

 

O Benfica venceu bem, podia ter dilatado o marcador e acabou a controlar o adversário e a gerir o esforço (já pensando em Chaves). Cumprida a primeira etapa de um ciclo difícil.

 

NOTA: Não posso deixar de comentar aquela aziada conferência de imprensa do Abel, em que o seu lagartismo calimeriano veio todo à tona. Até posso aceitar que lhe tenham dito ou que ele tenha visto o lance polémico do fora-de-jogo de forma diferente. É um lance dos mais difíceis de analisar, particularmente porque o fiscal de linha está do lado do atacante. O que não posso deixar passar é aquela conversa dos orçamentos. Rui Vitória respondeu-lhe bem, referindo o Feirense que terminou próximo do Braga com um orçamento muito inferior e os anos em que teve de trabalhar com saldo negativo. Só que basta voltar a 2009/10 e perguntar qual a diferença de orçamento entre o Braga, que lutou até ao fim pelo título, e o Sporting ou o Porto dessa época. Mais a mais, aquele ressabiamento típico de neo-lagarto, a deixar, em ar de gozo, o desejo que o Benfica se dê mal na Champions, "porque lá é pequenino" (era isso que implicitava) demonstra bem o clube de onde vieste. Vai lá contabilizar, ó Abel, o número de meias-finais e finais das várias competições Europeias em que o Benfica participou. Vai lá ver quantas dessas aconteceram deixando pelo caminho equipas de orçamento muito superior? Eu já tinha escrito sobre o SC Braga aqui no blog e a sua intenção legítima de querer ser um dos grandes. Contudo, este é o tipo de caminho que os afastará de tal intento, por pretender chegar a grande sem antes se transcender. Olha, Abel, o Benfica na sua história, na fase de ascensão, com orçamento zero, sacou campeonatos ao Sporting que já pagava a jogadores.

Ficarão aqui na memória, estas tuas reflexões, ó Abel.

 


 

Actualização 10/AGO/2017, 11:50

Entretanto já me chegou que um site/blog afecto ao Sporting quer demonstrar e provar com a imagem abaixo que o golo do Braga não é obtido em fora-de-jogo:

Ridículo. Então e que tal, já que se deram ao trabalho de pôr as linhas, alinhá-las com o rabo do Seferovic, a sua parte do corpo mais atrasada que conta para efeitos de fora de jogo, ou com a cabeça/ombro do Horta, que é a mais adiantada que conta? Isso é que era, mas aí já não havia "prova".

 

Ri-dí-cu-los.


Continuo a dizer que este lance é muito difícil e que se fosse validado o golo não me chocava absolutamente nada. Já o penalty sobre o Jardel... é claro para todos.

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rematado às 07:56




Ao Colinho do Isaías

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