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Primeira Liga



Videoárbitro Mundial

por Ao Colinho do Isaías, em 16.06.18

De acordo que Diego Costa fez falta antes do golo do empate de Espanha frente a Portugal.

De acordo que o VAR falhou nesse lance, tal como o árbitro.

 

Contudo, pergunto:

 

Porque não esta indignação generalizada quando o VAR falhou contra o Benfica?

Porque não esta indignação generalizada quando o VAR falhou a favor do Sporting e do Porto?

 

É que esta indignação generalizada por causa de um evidente erro do árbitro e do VAR que prejudicou a Selecção, pela sua ausência noutros momentos da competição nacional de clubes, demonstra bem a cultura desportiva miserável que se vive neste país.

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rematado às 20:39


A responsabilidade não é de Bruno de Carvalho

por Ao Colinho do Isaías, em 12.06.18

Recentemente, tanto ilustres como desconhecidos Sportinguistas têm manifestado, de forma mais ou menos efusiva, a sua revolta perante a permanência de Bruno de Carvalho na Presidência do Sporting Clube de Portugal. Contudo, há que afirmá-lo, tal reacção não surge devido a afectações morais para com directrizes de gestão por parte do actual Presidente dessa instituição. Surge sim porque o Sporting perdeu quando ele prometera vencer e, agora, por sua própria culpa, perde também jogadores e, com isso, provavelmente, margem de manobra negocial em futuras transferências no futebol.

 

Isto é, os Sportinguistas só se revoltaram perante a iminente capitulação. Relembro que até depois do ataque em Alcochete e antes da final da Taça perdida, haviam imensas manifestações de apoio ao Presidente do Sporting!

 

Quando Bruno de Carvalho incitou, com o seu anti-Benfiquismo, vizinhos contra vizinhos, familiares contra familiares, colegas contra colegas, era um heroi para os Sportinguistas. Foi buscar Jorge Jesus para ser campeão e foi o gaúdio. Lançou a treta dos vouchers e os Sportinguistas uniram-se CONTRA o Benfica, sob uma fantasia de superioridade e soberba (sentimento aliás, sempre encontrado no Sporting em qualquer época). Quando se aliou a Pinto da Costa e sua turma e lançou Nuno Saraiva e jornalistas em jornais de referência numa campanha criminosa CONTRA o Benfica, era um divino César entre os cidadãos da Roma Sportinguista.

 

Panfletos de 2016, distribuidos anónimamente em Lisboa, página 1

 

Nem aos avisos de há dois anos nem a qualquer oposição foi dada atenção. Os sinais, os comportamentos, os evidentes traços de personalidade sempre lá estiveram, mas não foi por eles que os Sportinguistas se revoltaram. Revoltaram-se sim, apenas e somente, quando sairam derrotados em mais uma época desportiva, uma vez mais falhada por influência directa de Bruno de Carvalho e quando observam a sua Roma de Alvalade a arder, enquanto ele toca harpa e se inspira para mais umas ridículas conferências de imprensa!

 

Panfletos de 2016, distribuidos anónimamente em Lisboa, página 2

 Imaginemos pois que o Sporting tinha ganho os campeonatos nos últimos três anos, desde a chegada de Jesus. Que diriam os Sportinguistas? Algo semelhante, seguramente, ao que os Portistas disseram sob os primeiros anos da Presidência de Pinto da Costa no Futebol Clube do Porto:


«Aquilo é que é liderar! Pôs os jogadores e todos no clube na ordem! Reconquistou o clube aos traidores!»

 

Ainda em Fevereiro obteve cerca de 90% dos votos, enquanto liderava o clube com uma vasta maioria no acto eleitoral com maior número de votantes.

 

Por isso, Sportinguistas, anotem bem:

 

A responsabilidade não é de Bruno de Carvalho, pois ele é hoje o que sempre foi e nunca sequer se tentou esconder.
A responsabilidade é vossa e do vosso eterno, infinito e doentio anti-Benfiquismo.

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rematado às 12:46


Falta de decência social inviabiliza os Presidentes-Adepto

por Ao Colinho do Isaías, em 18.05.18

Da próxima vez que os Benfiquistas pensarem num "Terceiro-Anelista" para assumir as rédeas do Glorioso, atentem ao exemplo negativo que temos tido com Bruno de Carvalho no Sporting.

O Sport Lisboa e Benfica (tal como os outros rivais, seguramente) ergueu-se, no seu primeiro século de existência, à conta de Presidentes-Adepto: homens idealistas, determinados e com um amor inabalável pelos valores do clube. Contudo, isso só foi possível porque se viviam tempos em que a decência social se sobrepunha ao fanaticismo e à tendência belicista. Hoje em dia, os tempos são outros e um Presidente-Adepto, despido, como referi no post anterior, dessas barreiras sociais, nada mais é que um bêbedo (nem que seja pelo seu poder e posição) que ao invés de estar limitado à tasca onde pode cuspir nos seus bêbedos adversários e degladiar-se com outros seus semelhantes, anda à solta no mundo (que deveria aparentar ser desportivo, pelo menos), com poder suficiente para realmente fazer dano permanente na memória social.

 

Hoje, a figura de um Presidente de um clube deve ser uma de estabilidade e visão, mas de algum distanciamento. As suas declarações devem acertar no timing e ser sempre um ponto de união de toda a empresa (que todos os clubes são empresas, ao contrário desses outros tempos) e dos seus activos e empregados.

 

Devemos valorizar e enaltecer as figuras directivas do passado que eram tão adeptos como os seus dirigidos, mas não os devemos romantizar: é que os tempos em que eles foram importantes já não voltam, para o bem e para o mal. Até mesmo gente como eles é parca hoje em dia. Olhem à vossa volta e verifiquem que gente com esses valores já praticamente não existem e, os que existem, não estão em posição de poder vir a dirigir, porque o mundo a que pertencem já morreu.

 

É triste? É, muito triste. Contudo, todos temos a responsabilidade de entender o mundo em que agora vivemos e o que realmente funciona. A falta de decência social em que vivemos inviabiliza os Presidentes-Adepto, favorecendo, infelizmente, os gestores frios e calculistas.
Infelizmente, o exemplo de Bruno de Carvalho no Sporting deixou isso claro para todos.

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rematado às 10:09


Os precedentes de que ninguém fala

por Ao Colinho do Isaías, em 16.05.18

O que se passou ontem em Alcochete, na Academia do Sporting Clube de Portugal, foi um dos episódios mais tóxicos do futebol Português, mas, vejo que ninguém na comunicação social é capaz de afirmar, não é incidente sem um precedente facilmente identificável.

 

A violência é o culminar de todo um processo que despoja a mente de todas as barreiras, fronteiras e regras, por forma a trazer à tona da consciência a condição natural do animal (neste caso humano, mas não exclusivamente). Essa condição natural é violenta, pois num habitat desprovido de protecção civilizacional, esse é o tipo de comportamento que permite sobrevivência.

 

Bruno de Carvalho (quer consciente, quer inconscientemente) tem vindo a incendiar progressivamente todas as barreiras que travam o regresso à barbárie natural. O auge que se atingiu ontem (veremos se é, realmente, o auge ou se ainda vai piorar) passou por todo um processo em que ele foi provocando as pessoas que lhe prestavam atenção a despir-se do "fardo" moral gradualmente. Nisto, a comunicação social (nada mais que abutres, vivendo da morte e da desgraça - que também ajuda a despir a sociedade dos tais valores) tem tanta ou mais responsabilidade que o próprio Presidente do Sporting, eleito com esmagadora vantagem.

 

Contudo, não vejo ninguém a apresentar a conclusão lógica e óbvia: é que Bruno de Carvalho é, ele próprio, filho de um processo cultural que promoveu durante décadas não só a legitimação da violência, como da corrupção e do populismo.

Ora, então vejamos:

 

- Quem é que deu início à integração da ideia extremista de "nós contra eles" no futebol nacional?
Foi José Maria Pedroto, que depois ensinou Pinto da Costa.

 

- Quem é que pela primeira vez se serviu de um estilo ordinário e provocador, por forma a atrair para si os mais fracos de espírito, que passaram a ver nele o grande general de uma guerra que nem sequer era real, mas que ele inventou para esse fim?
Foi José Maria Pedroto, que depois ensinou Pinto da Costa.

 

- Quem é que incentivou, promoveu e se serviu de violência organizada para aterrorizar os constituintes das instituições desportivas e de comunicação social que, uma vez despojados pela violência, passaram a ser por si minados?
Foi José Maria Pedroto, que depois ensinou Pinto da Costa e a sua trupe.

 

- Quem é que legitimou o uso da corrupção no desporto como forma "normal" de gestão?

Foi José Maria Pedroto, que depois ensinou a Pinto da Costa.

Não se pode olhar para o incidente de ontem, na Academia do Sporting em Alcochete sem fazer a óbvia ligação cultural ao incidente do Verão Quente das Antas de 1980, nem ao gradual surgimento do tal processo de ódio que lhe deu origem.

A diferença, óbvia, entre a dupla Pedroto / Pinto da Costa e Bruno de Carvalho é que os primeiros tiveram como objectivo dar sucesso ao seu clube por quaisquer meios, enquanto que o segundo, por fixar o condão da (tentativa de) glória em si mesmo, acabou por revelar tendências auto-destrutivas que arrastam a responsabilidade de uma significativa fatia de sócios do seu clube.

 

Enquanto não se fizer esta ligação pública e Histórica entre a origem desta cultura e os seus sintomas e produtos finais, a cultura permanecerá, para bem de todos os que se alimentam dela, qual parasitas, destruindo o "corpo" onde residem, e novos e piores "filhos" desse processo destruidor surgirão para incendiar o Amanhã - quiçá, não só no desporto.

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rematado às 09:54


Marinho Neves - A Minha Chama

por Ao Colinho do Isaías, em 20.12.17

«Num tempo de fraude universal, dizer a verdade é um acto revolucionário.»
- George Orwell


O blog "A Minha Chama", publicou um artigo excepcional em homenagem a Marinho Neves que, por considerar que merece o destaque, transcrevo aqui.

 

Em homenagem a quem tanto lutou e sofreu pela sua integridade, distribua-se a informação acerca do que é e sempre foi o verdadeiro "caso dos emails" ou dos "vouchers": a factual, comprovada e provada associação mafiosa de Pinto da Costa e seus comparsas.

O corpo de Marinho Neves terá agora sobre si uma tabuleta, mas a sua alma, essa, deixou-nos os versos bem vivos sobre a verdade que viu.

 

«Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.»
- Álvaro de Campos

 

Marinho Neves entrou, talvez sem querer, na História. Contudo, somente será verdadeiramente lembrado e aceite como merece, quando a espuma do tempo levar consigo os detritos de um momento de contexto social, moral e ético de particular falsidade.

 

Eis aqui o artigo publicado pelo "A Minha Chama", a quem agradeço, que merece destaque e divulgação amplos:

 

Marinho Neves

 
Faleceu, no passado fim de semana, Marinho Neves...
 
Só um cancro o venceu.
 
Marinho Neves (ler pequena biografia), doravante MN, foi um jornalista destemido com quem tive o prazer de dialogar algumas vezes online numa das falecidas contas de Facebook desta página. Em 1996, lançou o conhecido livro "Golpe de Estádio", onde colocava a descoberto todas as tácticas que o fc porto de pdac utilizava para alcançar as suas vitórias desportivas.
Também trabalhou para o Sporting:
A sua visão ainda... Muito actual:
Como é do conhecimento geral, este sporting, sabe-se lá porquê, decidiu aliar-se ao fc porto.

Estas imagens, são excertos de uma entrevista que MN concedeu ao blog Cabelo do Aimar em Fevereiro de 2012. Podem ler a mesma aqui. Podem ainda ver uma entrevista de MN concedida à SIC aqui.
 
 
Nota 1: De facto... Não se estranha porque:
Nota 2: Atestar a veracidade destes relatos inseridos na entrevista... Não há muitas provas... Há pelo menos uma que por razões mais do que expectáveis, só revelo sem nomes. Fica aqui uma prova sobre o caso do restaurante:
Uma história engraçada. Outra aqui. E esta:
Histórias que por acaso retratei aqui.

Claro que podem ler o "Golpe de Estádio".
 

Interessante o artigo/link da anterior Nota 1:
Perante as ameaças, suspeito que o volume 2 não chegou a sair porque... Há muito que se sabe disto.
 
MN era também pintor. Fiquem com as suas obras relativas ao futebol:

Quem quiser conhecer mais a sua obra, é só entrar aqui.
 
E Pluribus UNUM!

 

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rematado às 16:27


Karl Humanus tem razão

por Ao Colinho do Isaías, em 15.12.17
Karl Humanus tem razão e tudo depende do que nós permitimos que aconteça entre nós.
Não se trata de quem gostamos ou deixamos de gostar, porque "valores mais altos se levantam e o valor mais alto, em termos futebolísticos, é o Benfica".
 
Através do Papoila Saltitante:

Eis o decálogo, eis os dez grandes objetivos das campanhas desestabilizadoras levadas a cabo pelo Futebol Clube do Porto e pelo Sporting Clube de Portugal de mãos dadas na Santa Aliança:
 
1. Fabricar e estabilizar um forte dispositivo de propaganda múltipla que produza e reproduza nas representações sociais a crença de que o Benfica é um clube corrupto que só vence pela chantagem e pelo condicionamento de instituições desportivas, árbitros e imprensa;
 
2. Produzir massivamente, através dos mais variados canais escritos e audiovisuais, ambiências emocionais acríticas que transformem pela repetição falsidades-estímulo em verdades indiscutíveis, sob execução dos directores de comunicação Francisco Marques e Nuno Saraiva e comando permanente de Pinto da Costa e Bruno de Carvalho;
 
3. Transformar os emails do Benfica obtidos através de crime informático em material incriminador, deixando na penumbra o crime de invasão da privacidade alheia e o crime de roubo económico em favor dos diálogos entre pessoas que são criminosamente transformados em cartilhas de corrupção activa pela descontextualização, pela deturpação e pela falsificação;
 
4. Linchar moralmente, da maneira mais torpe, quadros directivos do Benfica, dotando-os de malignidade e anti-cidadania nas percepções populares;
 
5. Colocar e/ou aliciar nas instâncias desportivas e nos jornais pessoas que sirvam os propósitos do programa propagandístico criado, fazendo com que a justiça e as penas sejam desse exclusivo foro e por essa via e nesse sentido fidelizem lógicas populares de pensamento e de acção;
 
6. Criar um ambiente decisório judicial e judiciário que criminalize severamente o Benfica e o ampute do seu poderio desportivo-financeiro, originando a ruptura dos apoios e dos parceiros internos e externos;
 
7. Provocar uma fractura entre adeptos e direção, levando aqueles a forçar o afastamento da actual direção modernizadora e do treinador e por esta via arruinar o futuro neste momento em construção através de uma nova direção que deSEIXALaria o que existe e viveria unicamente do futebol de onze e da aquisição onerosa de jogadores estrangeiros;
 
8. Enfraquecer a auto-estima dos atletas de todas as modalidades do Benfica e levá-los à desmoralização e às derrotas em campo;
 
9. Conduzir o Benfica a extremos de emoção, desânimo e revolta activa susceptível de originar castigos severos;
 
10. Incentivar directa e indirectamente a produção de falsos benfiquistas cavalos-de-tróia que ataquem o clube através de blogs e redes sociais, contribuindo desta maneira para ampliar a rede de desestabilização de nível central a cargo dos comandos da Santa Aliança. 
 
 
Karl Humanus in oubenficaouracha

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rematado às 13:41

...mas ninguém enganarás, nem a ti, no fim.

 

Tens a lata de dizer que não foi por dinheiro que mudaste, usando para isso a referência ao período da tua longa lesão, na qual o Benfica cumpriu contigo não só monetariamente o acordado, como prestou todo o apoio e mais algum para que a complicada lesão fosse totalmente debelada e voltasses em grande?!

 

Queres fazer conversa de vítima?! Dá antes um triplo salto em direcção à vergonha que te falta na cara!!

 

Foste realmente um coitado, retribuindo ao fim de todos estes anos à família onde nasceste para o desporto, que fez de ti campeão, que te apoiou nos momentos mais difíceis, que nunca te faltou, com uma saída para um rival indo (citação) «ganhar muito mais»! Mas não foi por dinheiro, reafirmas!... Foi porque "tratou mal um símbolo do clube".

 

Sem saber exactamente o que se passou, a tua decisão final, como resposta a tal "maltrato", esclarece que afinal não basta ser-se da formação e ser campeão para se ser símbolo de um clube: é preciso estar lá e, da mesma forma que o clube é generoso para com o atleta, ser-se um atleta generoso para com o clube. Se não tivesse havido proposta do Sporting, particularmente tão avultada, teria sido a mesma a tua decisão?! Tu sabes que sacrifícios fizeram os ases do teu passado, que hoje desonras, para vestir esse símbolo ao peito?! A tua resposta dita que o alegado "maltrato" teve, afinal, fundamento.

 

«Ao contrário do que se diz, não é a ocasião que faz o ladrão. A ocasião faz o roubo, o ladrão já nasce pronto.»

Olavo Bilac

 

Não brinques com questões que tu, de tão "profissional" e "ético", nada percebes.

 

Tiveste a oportunidade, sim, de imortalizar o teu nome e a tua figura como um dos melhores de sempre de entre os ases do Sport Lisboa e Benfica. De ser, no fim, mais que um nome ou uma figura, de transcenderes a tua própria vida e seres um símbolo de rubro e branco e Águia. De seres um dos imortais "rapazes com o Fogo Sagrado".

 

Assim, foste e serás sempre, apenas mais um campeão que o Benfica teve em si, mas que, afinal, nunca teve em si o Benfica. Este foi o pior salto da tua vida e nada do que digas mudará isso.

 

Os Homens vêem-se nas Ocasiões, tal como os Amigos. Tu preferiste, afinal, ser um ovo estragado.

 

«A ocasião faz o homem, como o choco faz o pinto; sem ela, o homem é um ovo goro.»

José de Alencar

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rematado às 13:21


Sporting cada vez mais cópia barata do FCP

por Ao Colinho do Isaías, em 17.06.17

Acabei de ver o jogo Sporting - Benfica em Hóquei.

 

Antes de mais, tem de ser dito: O Benfica não foi campeão porque falhou nos jogos teoricamente mais fáceis. Pôs-se a jeito ao ter de depender de um jogo que, claramente, estava preparado para não só o roubo a que se assistiu, como também, para a salgalhada que se verificou no final.

 

Não se pode associar o título desta época a este jogo somente.

Contudo:
Como é possível que, depois do que se passou no ringue, o treinador do Sporting se queixar da arbitragem?
Como é possível que, tendo agredido pelo menos duas vezes, de forma visível, dois adversários, o Pedro Gil ainda vai tentar agredir o árbitro (atropelando um colega de equipa pelo caminho)?
Como é possível que o capitão da sua equipa tenha passado o jogo todo a provocar o público afecto ao adversário e tenha depois tentado provocar o jogador João Rodrigues?

É possível, porque o clube que representa está cada vez mais identificado com o FC Porto. Tentando, nesta fase da sua História, uma cópia barata do clube azul e branco, acabará por implodir, como aliás, já implodiu inúmeras vezes no seu passado. É que o FC Porto (de Pinto da Costa, principalmente), é o clube original da desonestidade e trapaça.

A pira da Retribuição que consumirá um, por todos os seus actos, poderá vir a destruir o outro também, agora, por arrasto moral. Cada qual com o seu Destino.

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rematado às 19:54


Guerrilha psicológica

por Ao Colinho do Isaías, em 14.06.17

Decidi abster-me de comentar o assunto dos alegados emails supostamente exibidos pelo FC Porto e mantenho essa decisão. Decidi assim porque é, de facto, apenas e somente, um truque de guerra psicológica, bem ao estilo da CIA e do KGB, para que os Benfiquistas se desunam e façam tremer a estrutura do seu clube, semeando a desconfiança.

 

Debater o conteúdo dos alegados emails é, na psique colectiva dos Benfiquistas, validá-los, torná-los não só verdadeiros como factuais - pois é assim que a nossa mente funciona quando falamos de algo, mesmo que fictício. Curioso como é fácil ler na comunidade dos bloggers Benfiquistas que este ou aquele jornal ou orgão de comunicação social publica "não-assuntos" ou "fait-divers" leves, mas nesta situação, por mexer com algo que os Benfiquistas têm como sagrado (a integridade), já muitos caíram na armadilha, morderam o engodo.

 

Por exemplo, um artigo do género "Benfica interessado em [jogador X], mas [jogador X] recusa abordagem", sem qualquer base fundamentada. Numa notícia deste género, debater o jogador, a sua alegada vontade ou a suposta vontade do Sport Lisboa e Benfica em contratá-lo, é contribuir para que esse jornal continue a publicar o mesmo tipo de artigos, por causarem um efeito psicológico não só nos leitores afectos ao Benfica, como aos seus rivais. Não se debate os jogadores que factualmente estão no clube ou oficialmente saíram ou entraram, mas um jogador e uma vontade que pode ser totalmente inexistente.

 

Do mesmo modo, estes alegados emails, que nem sequer verificados foram pelos trâmites informáticos necessários, estão a tornar-se assunto mesmo antes de o ser. Não importa se se gosta ou não de Pedro Guerra ou sequer verificar como é que ele reage. Pedro Guerra foi escolhido para alvo, precisamente porque é o elo comunicacional mais vulnerável da estrutura. As opiniões acerca dele dividem os Benfiquistas, desde o início. Por isso, o ataque usa como se fosse uma debilidade a pluralidade de pensamento que existe entre os adeptos do Sport Lisboa e Benfica.

Imaginem esta montagem toda à volta de Rui Gomes da Silva, por exemplo. Não teria este impacto psicológico, porque Rui Gomes da Silva não é, mediaticamente, vulnerável como Pedro Guerra, nem divide as opiniões. Com estas granadas psicologicas (e que só explodem porque lhes damos fuel), o Porto tapa os seus problemas e tenta dividir aquele oponente que, tão visceralmente, odeia. Ah e o Sporting ajuda à festa, claro, porque apesar de ser evidente que quem traíu Bruno de Carvalho na conversa privada com os jornalistas é alguém ligado ao Porto, o actual líder dessa instituição prefere tudo, até um acordo com o diabo, a ver um Benfica vitorioso.

 

Por isso, e também como alerta para outros, afirmo que aqui não se debaterá um assunto que seja mera munição de uma arma de guerrilha psicológica. Não vou debater os emails ou Pedro Guerra. Também não inverterei as coisas e passarei a falar do Fair Play financeiro da UEFA ou do fosso financeiro de outras instituições.

 

Aqui mora o Fogo Sagrado e o Sport Lisboa e Benfica.

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rematado às 08:47


Pensamentos sobre o fim de semana

por Ao Colinho do Isaías, em 25.04.17

Sporting - Benfica:

Jogo condicionado pelo erro do Ederson (que já tantos pontos nos deu), mas em que se sentiu que a nossa equipa esteve sempre em jogo, deixando vincada a vontade de ser campeã, mesmo contra a mentira, a farsa e o ódio. Lindelöf tirou um coelho da cartola (parecia o nosso Pablito Aimar!) e colocou alguma justiça no marcador. Justo teria sido a vitória, mas do outro lado também jogam. Duas grandes penalidades perdoadas ao Sporting (considero que a terceira seria um pouco forçada, pois se tudo o que fosse braço no ombro fosse falta, o jogo estaria sempre parado), mas o importante foi notar que a equipa não se desmanchou com essas falhas de arbitragem. Manteve-se sempre focada e emocionalmente estável.

Faltam quatro jogos e teremos de manter a mesma dedicação, a mesma vontade e a mesma concentração, pois vêm aí adversários muito difíceis.

 

UEFA Youth League, Benfica - Salzburgo:

Depois de todo o esforço para ultrapassar uma grande equipa do Real Madrid, deparámo-nos com o carrasco do Barcelona e percebemos o motivo desse feito, tendo-o também sofrido. Esta equipa Austríaca apresentou uma capacidade física incrível e compensa as suas lacunas técnicas com uma entrega enorme que dura o jogo todo. Cada vez mais se vê que a componente física voltou a ter uma preponderância grande no futebol. Aprenda-se e aplique-se.

Claro que nos faltou aquela pontinha de sorte. Contudo, conforme escrevi num post anterior, a sorte costuma favorecer aqueles que mais se entregam à superação do obstáculo à sua frente. Fomos uma equipa cansada.

Os nossos miúdos mereciam o título, estão de parabéns por mais uma final, mas penso que o Salzburgo foi sempre mais equipa durante o jogo, mais unido e mais disponível do ponto de vista físico. É pena, mas em breve lá regressaremos. Força miúdos!

 

Violência:


Se há um aspecto positivo a retirar do surgimento de Bruno de Carvalho na presidência do Sporting é o de ter dado a oportunidade para os Sportinguistas se distinguirem dos lagartos. Tendo ele apelado ao ódio completamente irracional (e até suicida em termos de êxito próprio, mas isso já é outra conversa) ao Benfica, permitiu que se verificasse quem, de entre os adeptos verde-e-brancos à nossa volta, deixou cair a máscara e mostrasse o que, afinal, sempre pensou de nós.

Sobre este assunto, por ora, mais não digo do que já disse, pois uns à razão são surdos e outros não precisam que lhes reiterem a razão que é evidente.

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rematado às 08:10




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